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Pará Notícias

Um novo conceito

Justiça suspende certificação de madeireiras no Pará que faziam propaganda enganosa sobre sustentabilidade

A Justiça Federal suspendeu a certificação socioambiental concedida a duas madeireiras em atuação na região de Santarém, no oeste do Pará. A decisão considera haver indícios de que as empresas Ebata e Golf não cumprem os critérios de sustentabilidade socioambiental exigidos pelo selo certificador do Forest Stewardship Council (FSC ou Conselho de Manejo Florestal, em português.

Assinada pelo desembargador federal Souza Prudente, do Tribunal Regional da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, a decisão é referente a ação e recursos judiciais de autoria do Ministério Público Federal (MPF), por meio da procuradora da República Fabiana Schneider. A decisão foi comunicada oficialmente à procuradora da República esta semana.

No recurso ao tribunal, o MPF havia alertado que, apesar de o objetivo do selo do FSC ser o de difundir e facilitar o bom manejo das florestas por meio, entre outros critérios, do respeito aos direitos das comunidades locais, a atuação das madeireiras na região onde foi criada a Floresta Nacional Saracá-Taquera tem sido, na verdade, o exemplo de como desrespeitá-los, fato não levado em consideração pela organização certificadora, o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

O MPF reiterou no recurso exemplos desse desrespeito, entre eles obras que reduziram a trafegabilidade de um rio – opção vital para permitir a continuidade da caça e da pesca -, poluem lago cuja água é utilizada para consumo em atividades domésticas e degradam locais com importância no universo de valores simbólicos dos grupos.

Também foi denunciada a utilização de áreas de assentamento de quase 1,5 mil famílias atendidas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), e a falta de informações acessíveis para as comunidades sobre os projetos, além da retirada, em escala industrial, de espécies de árvores que garantiam a subsistência das comunidades locais.

“Não se pode olvidar [esquecer] que as alegações deduzidas pelo Ministério Público Federal (...) encontram-se calcadas em robusto laudo técnico, em que restou demonstrada a ocorrência das irregularidades apontadas na inicial, não se podendo admitir a desconstrução de tais argumentos amparando-se em mera presunção de inexistência de lavratura de auto de infração pelo órgão competente, até mesmo porque tal fato (...) pode caracterizar-se por eventual omissão do aludido órgão, no exercício da sua função fiscalizadora”, destaca Souza Prudente na decisão.

Processo nº 0003850-04.2017.4.01.0000 – Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Processo nº 0000778-74.2016.4.01.3902 – 2ª Vara da Justiça Federal em Santarém (PA)

Fonte: MPF

Carta de Rodrigo Janot repercute no Brasil e no mundo

Colegas,

Gostaria de prestar diretamente a vocês algumas informações sobre o trabalho realizado a partir da colaboração da empresa Odebrecht, no âmbito da investigação Lava Jato, considerando a relevância do caso, sua magnitude e seus impactos para o futuro da Instituição.

Como já é de conhecimento geral, no fim do ano passado, firmamos um grande acordo de colaboração com a empresa e com diversas pessoas físicas que integram seu corpo diretivo. No total, 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht firmaram o acordo e prestaram declarações em que revelam os meandros da corrupção em nosso país de forma jamais imaginada. Isso sem falar nos acordos de leniência firmados com as empresas do grupo.

A preparação do acordo exigiu a realização de pelo menos 48 reuniões entre as partes, no período de fevereiro a dezembro de 2016. Na sequência, envolvemos mais de 100 colegas, em 34 unidades do Ministério Público Federal, para colher os 950 termos de declaração dos colaboradores em apenas uma semana.

Esse trabalho exigiu de todos nós envolvidos no processo um esforço sobre-humano para colher-se os depoimentos, organizá-los, elaborar petições e, por fim, encaminhar todo o caso ao Supremo Tribunal Federal. Todas essas tarefas foram ultimadas em apenas 15 dias, de modo que, antes do recesso, o material já estava à disposição da Corte para exame e homologação.

Por óbvio, um trabalho dessa envergadura só poderia ser fruto de uma equipe realmente comprometida com as graves responsabilidades que pesam sobre a Instituição. Não só o Grupo de Trabalho que me auxilia, como também os colegas da Força-Tarefa de Curitiba, em um trabalho de colaboração mútua, viabilizaram o êxito dessa empreitada. Preparamos, GT-PGR e FT-Curitiba, toda a logística necessária para elaborar, revisar, assinar os acordos e colher os 950 termos de declaração que, em seguida, foram encaminhados ao STF, por petições, para homologação.

Os termos dos 77 acordos celebrados foram homologados no fim do mês de janeiro pela Ministra-Presidente, Cármen Lúcia. Desde então, as dedicadas equipes do GT-PGR e da FT-Curitiba trabalharam incessantemente para organizar o material e dar o tratamento jurídico adequado e individualizado a cada caso.

Ainda como efeito do acordo celebrado, realizamos, sob a liderança do MPF, no mês de fevereiro, reunião com chefes de 10 Ministérios Públicos ibero-americanos e reuniões específicas com um MP africano para tratarmos das repercussões do caso Odebrecht naqueles países, já que parte dos fatos revelados nas colaborações e acordos de leniência dizem respeito a atos de corrupção ocorridos naquelas jurisdições estrangeiras. Podemos, com isso, dizer que antecipamos em 3 anos o objetivo previsto no Planejamento Estratégico Institucional de ser o Ministério Público Federal reconhecido nacional e internacionalmente pela excelência na atuação no combate ao crime e à corrupção.

Dos pedidos de homologação encaminhados, originaram-se 320 providências requeridas ao STF, assim distribuídas: 83 pedidos de instauração de inquérito, 211 pedidos de declínio de atribuição, 7 promoções de arquivamento, 19 outras providências.

Por esse trabalho extraordinário, gostaria de publicamente empenhar meu sincero agradecimento e respeito aos colegas do Grupo de Trabalho – PGR e da Força-Tarefa – Curitiba. Agradeço profundamente aos membros que nos auxiliaram, a partir de suas unidades, na coleta dos depoimentos, sem prejuízo de suas atribuições ordinárias, e aos dedicados servidores que trabalharam arduamente nas tarefas de logística fundamentais para o sucesso do empreendimento.

Devo ainda ressaltar, para reflexão geral, que, sem uma equipe de natureza permanente e composta por membros para apoio ao Procurador-Geral da República, seria impossível levar a bom termo as graves responsabilidades do cargo que ora desempenho, em prejuízo não só do MPF como de todo o Ministério Público brasileiro.

Eis assim um relato objetivo do que representou, em tempo e números, o acordo da Odebrecht. Poderia encerrar o texto por aqui, mas a singularidade do momento impõem-me tecer ainda algumas considerações sobre os reflexos metajurídicos decorrentes desse acordo histórico.

A expectativa em relação ao encaminhamento que daríamos aos depoimentos decorrentes do acordo da Odebrecht tem provocado muita apreensão no meio político, na imprensa e na sociedade de forma geral. As revelações que surgem dos depoimentos, embora já fossem presumidas por muitos, lançadas assim à luz do dia, em um procedimento formal perante a nossa Suprema Corte, nos confrontarão com a triste realidade de uma democracia sob ataque e, em grande medida, conspurcada na sua essência pela corrupção e pelo abuso do poder econômico e político.

Certamente o MPF terá dois desafios institucionais a vencer a partir de hoje: manter, como sempre o fez, a imparcialidade diante dos embates político-partidários que decorrerão do nosso trabalho e velar pela coesão interna. Não temos a chave mágica para a solução de todos os problemas revelados com a Lava Jato – especialmente agora, com a colaboração da Odebrecht –, mas, na parte que nos compete, asseguro a todos vocês que continuarei a conduzir o caso sob o viés exclusivamente jurídico, sob o compasso da técnica e com a isenção que se impõe a qualquer membro do Ministério Público.

Por fim, é preciso ficar absolutamente claro que, seja sob o ponto de vista pessoal – sou um democrata congênito e convicto –, seja sob a ótica da missão constitucional do MP de defender o regime democrático e a ordem jurídica, o trabalho desenvolvido na Lava Jato não tem e jamais poderia ter a finalidade de criminalizar a atividade política. Muito pelo contrário, o sucesso das investigações sérias conduzidas pelo MPF até aqui representa uma oportunidade ímpar de depuração do processo político nacional, ao menos para aqueles que acreditam verdadeiramente que é possível, sim, fazer política sem crime e que a democracia não é um jogo de fraudes, nem instrumento para uso retórico do demagogo, mas um valor essencial à sociedade moderna e uma condição indispensável ao desenvolvimento sustentável do nosso país.

Coragem e confiança!

Forte abraço.

Rodrigo Janot

Secretário anuncia retomadas de obras paradas

Por Paulo Zildene

O secretário de Obras e Transporte, Paulo Cruz, anunciou, nesta quinta-feira, 09, na comunidade do Jiboia, durante cerimonia de entregas de mudas de açaí, que as obras paradas da gestão passada serão retomadas.

Entre as obras paradas, da gestão passada, está a quadra poliesportiva do Jiboia. “Estamos fazendo um levantamento das obras paradas. Tanto na parte documental, como medição das obras da quadra do Jiboia tem que ser retomada e concluída” destacou o secretário.

Estradas e pontes – O secretário aproveitou para esclarecer, que devido o intenso período de chuvas, típico na nossa região, à manutenção e recuperação de estradas e pontes fica mais difícil, mas que assim que houver uma estiagem as maquinas retornarão ao trabalho com a força do trabalho, que é peculiar a esse governo.

“Há 12 anos, que não vemos um inverno tão intenso no nosso município. Mas quando as chuvas derem uma parada, vamos retomar a recuperação de estradas e pontes. Tivermos que intervir na comunidade do Itamoari, onde a ponte caiu e tivermos que recuperar, para não deixar a comunidade isolada”, disse Paulinho.


O secretário informou ainda, que está buscando através de projetos junto ao governo federal e estadual, para alocação de recursos, para recuperar pontes e estradas onde a necessidade é maior.

Prefeito visita as escolas da zona rural

Por Paulo Zildene

O prefeito de Cachoeira do Piriá, Leonardo Vale, iniciou uma série de visitas às escolas da zona rural, para averiguar, in loco, as necessidades emergenciais, que vem sendo tomadas.

Importante ressaltar que, a escola de ensino fundamental do Jiboia é o segundo estabelecimento de ensino visitado pelo gestor, nesse período.

Acompanhado dos secretários de obras e transporte, Paulo Cruz, Rogério, agricultura, da chefe de Gabinete, Socorro e dos vereadores Adenilton, PSC, Josimar, PT e da presidente da câmara, Rosangela Fagnani, PTdoB, o gestor foi ouvir dos diretores de escolas suas reivindicações referente às melhorias, principalmente, na parte estrutural de alguns prédios.

O gestor disse que “estamos visitando todas as escolas da zona rural, para checar as necessidades de cada escola. Após constatação vamos estudar a viabilidade financeira de execução”, disse Leonardo.


O prefeito ouviu entre as reivindicações, a necessidade de implantação de uma biblioteca e de um professor de informática na escola do Jiboia.

Construção da USF do Jiboia será licitada

Por Paulo Zildene

O prefeito Leonardo Vale, de Cachoeira do Piriá, anunciou nesta quinta-feira, 09, durante entrega de mudas de açaí aos agricultores da vila do Jiboia, que a 1ª parcela do recurso financeiro, para a construção do USF – Unidade de Saúde da Família do Jiboia, foi liberada pelo ministério da saúde.

“Anuncio com muita alegria que, a 1ª parcela para a construção da Unidade de Saúde da Família do Jiboia foi liberada. O deputado federal Lúcio Vale se empenhou, para que o ministério liberasse essa primeira parcela. Vamos licitar, para contratarmos a empresa, que será responsável pela construção”, disse o prefeito aos moradores, que prestigiavam a cerimonia de entrega de mudas de açaí.


A Unidade de Saúde da Família do Jiboia irá beneficiar a comunidade, e as vilas próximas, como a de Itamoari e Língua de Porco.

SEMAGRI distribui 700 mudas de açaí no Jiboia

Por Paulo Zildene

A “Caravana da Agricultura: Plantando desenvolvimento”, da Secretaria de Agricultura de Cachoeira do Piriá (SEMAGRI), distribuiu, nesta quinta-feira, 09, na comunidade do Jiboia, 700 mudas de açaí, para fomentar a agricultura familiar. A entrega aconteceu na sede do sindicato dos produtores rurais, onde contou com a presença do prefeito Leonardo Vale, da primeira dama, Isabela Lobão Vale, dos vereadores Josimar, PT, Adenilton, PSC, Rosangela Fagnani, PTdoB e dos secretários de obras e transporte ( Paulo Cruz), Agricultura (Rogério Ferreira), Chefe de gabinete (Socorro), Cerimonial (Jean Silva), Loeni, além de lideranças políticas da região.

Em seu pronunciamento, o prefeito Leonardo destacou, que o que vem segurando a economia do país é o agronegócio. "Eu acredito que é no agronegócio, que o nosso município vai desenvolver. O açaí tem grande retorno financeiro e é isso, que estou fazendo com a distribuição das mudas. Hoje são 700 mudas sendo doadas, mas no ano que vem vou triplicar a distribuição de mudas”, destacou o prefeito. 

Cítricos – O prefeito Leonardo destacou ainda, que seu governo pretende investir na agricultura familiar, com distribuição de mundas de citros. “Vou investir em muda de citros, para distribuir aos agricultores, assim a renda do agricultor irá melhorar”, finalizou Leonardo.

Já o secretário de agricultura, Rogério Ferreira disse em seu pronunciamento que, "a SEMAGRI está investindo em assistência técnica para o agricultor, colocando a disposição engenheiro, técnico agrícola, além de disponibilizar pessoal, para orientar visita técnica e organização de associação”, disse o secretário.

O secretário reforçou as palavras do prefeito, ao afirmar que o investimento que tem impulsionado o país é o agronegócio. “A potência do Brasil hoje é o agronegócio. É a agricultura que está segurando a economia do nosso país”, finalizou Rogério.


Após os discursos, o prefeito Leonardo, vereadores e o staff do governo, distribuíram mudas aos produtores da agricultura familiar da vila do Jiboia.

Moro condena José Dirceu pela segunda vez na Lava Jato

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, condenou pela segunda vez o ex-ministro José Dirceu na Lava Jato, desta vez a 11 anos e três meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Dirceu foi condenado por Moro por ter recebido R$ 2.144.227,73 em propina proveniente de contratos da empresa Apolo Tubulars com a Petrobras, por intermédio de Renato Duque, diretor de Serviços da petroleira estatal à época dos crimes.

Segundo a sentença proferida por Moro, R$ 1,4 milhão da propina foi paga por meio de serviços de táxi aéreo, mediante o custeio de despesas pela utilização, por Dirceu, de duas aeronaves pertencentes ao lobista Julio Camargo, que assinou acordo de delação premiada com a Justiça e assumiu ser o intermediário entre os sócios da Apolo e Renato Duque.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o ex-ministro realizou 113 voos nas aeronaves entre novembro de 2010 e julho de 2011. Dirceu assumiu as viagens, mas disse que foram realizadas a título de cortesia.
“Em que pese o teor dos depoimentos de ambos, José Dirceu e Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, simplesmente não é crível que alguém disponibilize a título gratuito voos em seus jatos executivos, cujos valores são notoriamente exorbitantes, a um terceiro, de forma despretensiosa”, escreveu Moro na decisão de hoje (8).

Ao todo, segundo o MPF, foram repassados R$ 7,4 milhões pela Apolo Tubulars em propina. Além do desviado por Dirceu, o restante foi direcionado para o PT, diz a denúncia. Em troca, Duque garantiu um contrato de R$ 255 milhões entre a empresa e a Petrobras, que com aditivos chegou ao valor de mais de R$ 450 milhões.
De acordo com a denúncia, o restante da propina foi pago por intermédio de uma empresa do lobista Júlio Camargo, chamada Piemonte, através de notas fiscais frias.

Na mesma sentença, Moro condenou outras quatro pessoas, incluindo Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão de José Dirceu, que deverá cumprir seis anos e oito meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Dois sócios da Apolo, Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares e Carlos Eduardo de Sá Baptista, foram absolvidos.

Em maio de 2015, Dirceu foi condenado pela primeira vez na Lava Jato, a 23 anos e três meses de prisão pelos mesmos crimes e também por pertencer a organização criminosa. Em julho do ano passado, a pena foi atenuada por Moro, para 20 anos e dez meses, porque o condenado tem mais de 70 anos.
O ex-ministro está preso desde agosto do ano passado no Complexo Médico-Penal em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

Em nota, o advogado de José Dirceu, Roberto Podval, manifestou repúdio à nova condenação de seu cliente. "Hoje não se julga mais os fatos e sim o nome de quem aparece na capa do processo. Estão matando o Zé Dirceu. É mais fácil matá-lo que admitir sua inocência. Espero com a teimosia dos burros que nossos juízes voltem a julgar se guiando pela Constituição e não pela opinião pública", diz o texto.

*Matéria atualizada às 16h18 para incluir manifestação do advogado de José Dirceu.

CCJ do Senado aprova união estável homoafetiva

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (8) o projeto de lei que altera o Código Civil para reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo e possibilitar a conversão dessa união em casamento. A votação foi terminativa e o projeto poderá seguir para análise da Câmara dos Deputados se não houver recurso para votação em plenário.

O Código Civil reconhece como entidade familiar “a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 612/2011 estabelece que a lei seja alterada para estabelecer como família “a união estável entre duas pessoas”, mantendo o restante do texto do artigo.

Fonte: AGBR

CAPANEMA: promotoria realiza reunião para tratar de inquéritos policiais encaminhados ao MP

Nesta terça feira (7), foi realizada uma reunião presidida pela promotora Maria José Vieira de Carvalho Cunha, com presença do delegado superintendente da região, Luciano Guimarães, e do Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Capanema, Andrew Michel Fernandes Freire.

A reunião tratou dos inquéritos policiais encaminhados pelas autoridades policiais de Capanema e relacionados ao tráfico de entorpecentes sem os respectivos laudos toxicológicos definitivos, permanecendo tais processos sem os laudos até a prolação da sentença. Isso tem conduzido à absolvição dos acusados por falta de materialidade delitiva.

Segundo a promotora Maria José Vieira de Carvalho Cunha “caso o laudo não seja concluído no prazo, os mesmos devem ser enviados em momento posterior, até o final da instrução processual”.

Quanto a ausência de identificação civil e identificação criminal em alguns procedimentos policiais, como fato ocorrido no período de carnaval, onde fora escrito procedimento de apreensão de ato infracional, sendo que o autor do fato, na verdade, era adulto e não adolescente, incorrendo ao erro e, por conseguinte, movimentando toda a máquina do MP, Judiciário e Conselho Tutelar, fazendo-os cometer erro de procedimento com adoção de rito processual, como se fosse adolescente, quando na verdade era maior de idade.

Acerca da identificação criminal, o delegado superintendente informou que há uma grande dificuldade enfrentada pelos delegados locais, haja vista a própria má fé dos envolvidos, que omitem informações ou fornecem informações falsas, tais como endereço ou próprio nome, nos casos em que não apresentam documentação. “Sobre a ausência dos laudos, tal problemática será solucionada a partir da utilização de sistema online, a ser confeccionado pelo Centro de Perícias Renato Chaves”, informou o delegado.

O Juiz de Direito da Vara Criminal enfatizou que acerca da juntada de documentos inválidos no que se refere à identificação civil, citando CNH já vencida ou informações desencontradas, a Promotora frisa que nunca foi solicitada tanta citação de acusado como nos últimos tempos, em razão da dificuldade ou impossibilidade de sua localização.

Durante a reunião, o Juiz de Direito falou também sobre a capitulação penal de tráfico e consumo de entorpecentes, onde existem casos em que é patente que o acusado incorreu apenas em consumo de entorpecentes, mas a autoridade policial enquadrou a capitulação como sendo tráfico, movimentando, nesses casos, a máquina do judiciário, desnecessariamente. 

Texto: Promotoria de Capanema (com edição da Assessoria de imprensa)

CAPANEMA: promotora expede recomendação para evitar consumo de bebidas e poluição sonora em postos

A promotora de Justiça, titular do 2º cargo de Promotoria de Capanema, Maria José Vieira de Carvalho Cunha, expediu recomendação no dia 3 de março ao Comando do 11º Batalhão da Polícia Militar, à Delegacia de Polícia Civil de Capanema e ao prefeito Municipal, para eliminar o consumo de bebidas alcoólicas na área de funcionamento de postos de combustíveis após o horário estabelecido por lei e a utilização de equipamentos sonoros em veículos automotivos com volume acima do permitido.

“O uso de equipamentos sonoros em postos de combustíveis somado ao consumo de bebidas alcoólicas, vem implicando um aumento significativo de reclamações de poluição sonora e que também, contribui para o aumento da criminalidade. No dia 27 de fevereiro, no ‘posto Pacheco’ por volta das 4 horas da madrugada, ocorreu um crime de homicídio qualificado” explicou a representante do Ministério Público.

Com base na lei estadual nº 6.896, de 3 de agosto de 2006, que proíbe a comercialização de bebidas alcoólicas em estabelecimentos, tais como bares, postos, restaurantes no período de uma hora até ás sete horas da manhã, a promotora Maria José, expediu recomendação.

Ao comando do 11º Batalhão da Polícia Militar e à Delegacia de Polícia Civil de Capanema, é recomendado que seja apreendido qualquer veículo que esteja utilizando aparelhos sonoros em locais públicos, em desacordo com a legislação, com aplicação de multa retendo o veículo e/ou o equipamento sonoro e recebendo boletim de ocorrência por crime e trânsito, contravenção penal e/ou crime ambiental e também que sejam realizadas periodicamente fiscalizações em bares, postos lanchonetes e outros.

Ao prefeito Municipal é recomendado que notifique os proprietários de bares, lanchonetes, restaurantes e postos de combustíveis existentes no Município para que cumpram a lei estadual n° 6.896/2006 e a portaria nº 014/2011- GAB/Segup, em especial, que sejam obedecidos os horários de comercialização nas lojas de conveniência dos postos de combustíveis e que não seja permitido o consumo de bebida alcoólica, tanto em suas dependências, quanto em áreas operacionais.

É recomendado, também, que os proprietários mantenham afixada, em local de fácil visibilidade para o público, placa que informa a proibição de permanência, em postos de combustíveis, de carros e veículos que utilizam equipamentos sonoros com ruídos excessivos.

O Ministério Público do Estado deve ser informado pelos destinatários da recomendação, no prazo de 15 dias, quanto às providências e medidas tomadas.


Texto: Vanessa Oliveira (graduanda do curso de jornalismo), com informações da PJ de Capanema
Revisão: Edyr Falcãoc

Vereador Adenilton é indicado líder do governo

Por Paulo Zildene

O prefeito Leonardo Vale, PR, enviou, nesta segunda-feira, 06, oficio nº 007/17, a câmara municipal, onde indica como líder do governo, o vereador, Adenilton Ferreira dos Santos, PSC.

O parlamentar irá intermediar o diálogo, entre os poderes executivo e legislativo. E poderá, por prerrogativa, nortear discussões e a votação de propostas do governo.

Além das discussões, cabe ao líder do governo, expressar a opinião do prefeito Leonardo, do partido PR, além de participar do colégio de líderes – órgão que, entre outras atribuições, define a pauta de votações do plenário e pode orientar, os partidos aliados, quanto ao voto, de alguma matéria de interesse do cidadão cachoeira-piriaense.

Secretaria de agricultura ajuda no arado da terra

Por Paulo Zildene

O intenso inverno amazônico tem sido rigoroso na região de Cachoeira do Piriá. Mesmo assim, quando as chuvas dão uma trégua, a secretaria de agricultura, que tem a frente Rogério Ferreira dos Santos, acelera os trabalhos, colocando o maquinário a disposição do agricultor.

A equipe da secretaria de agricultura tem demonstrado total empenho e estão operando as máquinas nas áreas da comunidade do Baixinho. Para essa importante ação; foram disponibilizados arador, implementos, além de assistência técnica aos agricultores.

O secretário disponibilizou o arado, para preparar as terras dos agricultores, para o plantio da cultura da mandioca e milho.


Com ajuda do técnico agrícola, Willames Oliveira, os agricultores aproveitaram uma trégua das chuvas, pra arar e plantar aproximadamente 50 tarefas.