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Pará Notícias

Um novo conceito

Há efusões entre petistas, apesar da aliança aprovada


Ente os petistas que integram tendências favoráveis à candidatura própria ao governo do Pará nas eleições de outubro, parte deles está vivendo momentos de efusão.

Sim, é certo que o encontro estadual, realizado no último sábado, selou a aliança com o PMDB, que indicará Helder Barbalho para concorrer ao governo, em dobradinha com o petista Paulo Rocha, que vai disputar o Senado, se sua candidatura, é claro, não vier a ser barrada já no nascedouro pelo TRE.
Mas a questão que interessa a vários integrantes das tendências que viam na candidatura própria a alternativa mais viável para o PT não é propriamente a vitória dos segmentos que pregaram a celebração da aliança já no primeiro turno.

O mais relevante, para esse segmento, foi a representatividade que os favoráveis à candidatura própria tiveram durante o Encontro.

É que os defensores da dobradinha com o PMDB apostavam numa, digamos assim, goleada. Mas não foi o que se viu.

A proposta de lançar um nome do próprio PT para disputar o governo teve o apoio de 30% dos presentes ao encontro estadual da legenda. Isso parece pouca coisa. Mas não é. E não é mesmo.
Por quê?

Por que no Processo de Eleições Diretas, o chamado PED, que definiu os novos dirigentes estaduais do partido, o grupo que apoia a candidatura própria ficou com 20% dos votos. E agora, na deliberação que apontou a chapa que vai disputar o governo do Estado, houve um aumento de 10 pontos percentuais em favor dessa tese.

Mas é certo que, se de um lado, o grupo de oposição à aliança com o PMDB vive momentos de efusão diante dos resultados apontados no encontro estadual, de outro lado fica no ar aquela dúvida: e esses 30%, vão fazer corpo mole na campanha que vem por aí?
Sabe-se lá.
Mas é bom ficar de olho. 

Fonte: Blog do Espaço Aberto

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