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Pará Notícias

Um novo conceito

Do governador Simão Jatene, em sua página no Facebook

Ainda que não seja usual e tampouco pretenda utilizar esse meio de comunicação para interagir apenas com aqueles que estão acompanhando o cenário político eleitoral do Estado, o fato que passo a narrar é tão grotesco e lamentável, que não posso deixar de comentá-lo, pois, mais do que exemplificar a forma atrasada como determinados grupos ainda acham que podem fazer política no Brasil, enganando pessoas e torturando fatos, se constitui indicativo da ameaça que o poder representa nas mãos de pessoas capazes desse tipo de comportamento.

Contrariando a realidade, numa clara ação midiática, objetivando confundir a população e intimidar quem não concorda com a velha política que tanto prejuízo já causou ao Estado, o grupo que se acha proprietário do PMDB, como o é de um império de comunicação que se encontra abertamente em campanha a favor de um de seus herdeiros, em nome do partido, ingressou na justiça com pedido de liminar, para retirada do ar das peças publicitárias institucionais informando sobre as ações do Governo do Estado, requerendo ainda que me fosse imposta multa por propaganda política antecipada.

Certos de que podem tudo, e mais uma vez rompendo qualquer limite ético e moral, a transcrição apresentada pela acusação, conforme despacho judicial, afirma que em determinada peça publicitária do Governo, veiculada na televisão, uma senhora teria dito textualmente que: "Bem que ela está satisfeita e a gente tem vontade de votar naquele homem de novo!”. O que, se verdadeiro, seria de fato uma clara afronta à legislação eleitoral. Entretanto, a própria Justiça, sabiamente, não se contentando com a mera transcrição apresentada, foi até a fonte original e constatou que no vídeo veiculado na televisão, sobre o atendimento no prédio da Estação Cidadania de Santarém, a fala verdadeira da senhora diz: "Bem tratada e satisfeita, a gente tem vontade de voltar naquele órgão de novo”.

Amigas e amigos,

A manipulação apresentada pela acusação é escancarada e, ao mesmo tempo, sorrateira e efetivamente demonstra o desrespeito com a verdade, com a senhora autora da declaração, o Governo, a Justiça e com a própria sociedade, que tem que conviver com permanente bombardeio de mentiras.

Confesso que, mesmo já tendo visto e vivido muita coisa, custo a crer em tamanha audácia. Adulterar provas, forjar fatos com intuito de se defender, ainda que também eticamente inaceitável, poderia, absurdamente, até ser visto como consequência de instintivo natural de proteção. Todavia, inventar e adulterar provas, procurando induzir a Justiça ao erro, pelo desejo de acusar, é um comportamento altamente perigoso em qualquer circunstância à sociedade.

É a ameaça permanente de que qualquer cidadão pode, levianamente, ser transformado em criminoso, até que prove em contrário. É fazer da política não um instrumento de vivência em grupo, mas de destruição de qualquer princípio de coesão social. É querer nos levar ao fundo do poço e a lama. Não podemos aceitar nem permitir esse tipo de conduta e, por este motivo, trago ao conhecimento de todos que interagem neste espaço.


Que Deus nos ilumine a todos, dando sabedoria e força.

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