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Pará Notícias

Um novo conceito

Presidente gasta R$ 16 bi em propaganda. No Piauí, famílias comem ratos.

Novas contradições da política petista foram apontadas pelo líder da Oposição no Senado, o tucano Mário Couto, que também destacou reportagem do Fantástico, da TV Globo, sobre a precariedade do ensino público brasileiro.

Enquanto a presidente Dilma Rousseff gasta R$ 16 bilhões em propaganda, famílias no Piauí caçam ratos para comer. Enquanto a presidente retira R$ 3 bilhões da saúde pública, para destiná-los aos estádios da Copa do Mundo, crianças vivem um verdadeiro drama para simplesmente ter direito aos estudos, conforme mostrou reportagem do Programa Fantástico, da TV Globo, exibido no último domingo, 09.

Ou seja, a triste realidade brasileira está longe do discurso otimista do Governo Federal de que tudo vai bem no Brasil. Foi o que frisou o senador Mário Couto (PSDB), líder da Oposição no Senado, em seu pronunciamento na tarde desta terça-feira, 11. "Olha, no Piauí, no interior do Piauí, Dilma. Isso aqui é deprimente! A população disse o seguinte: a Bolsa Família não dá nem para comprar arroz e o feijão hoje porque a inflação chegou novamente. Põe ratoeiras para pegar rato. O povo brasileiro está comendo rato! Olhem, srs. senadores! Olhem, vocês que estão nas galerias na tarde de hoje. No Piauí, a seca bateu, a fome bateu, e o povo do Piauí, do interior do Piauí, mata rato para comer, Dilma", indignou-se o tucano.

Também para rebater pronunciamentos de senadores governistas que falam de "crescimento econômico e social" no Brasil, Mário Couto destacou reportagem dos jornalistas Eduardo Faustini e Luiz Cláudio Azevedo, da TV Globo, que durante dois meses percorreram os Estados de Alagoas, Pernambuco e Maranhão, para mostrar a mais absoluta precariedade do ensino público no País. "Foi estarrecedora aquela reportagem! Quem pode dizer, vendo aquela reportagem do Fantástico, que este País está bem? Aquilo é uma desmoralização da nação brasileira. A coisa mais importante para um país é a educação", disse Couto.

A reportagem provoca tristeza e indignação ao mostrar escolas sem água potável, banheiro, merenda e até mesmo sem sala de aula. "Não tem escola, não tem merenda, não tem carteira para sentar. Dilma, não tem sanitário, Dilma. Eles fazem no mato, Dilma. Isso é estarrecedor. Isso é deprimente. O Brasil inteiro viu as professoras e os alunos indo para o mato. Os alunos não têm condição de chegar nas salas de aula", observou o senador paraense, para lembrar que o Palácio do Planalto abriu licitação no valor de R$ 50 mil somente para a compra de papel higiênico.

"Qualidade do papel higiênico: veludo, cheiroso e não sei mais o quê. Qualidade do papel que esses meninos e professoras vão para o mato: jornal! Jornal!
Brasileiros, essa é a realidade, brasileiros. Não podemos inventar nem mentir, brasileiros. Essa é a pura realidade. Este País não tem infraestrutura. Este País está quebrado", esbravejou Mário Couto, que apresentou requerimento para o Senado enviar votos de aplausos ao Programa Fantástico por alertar o país sobre a verdadeira situação do ensino público brasileiro.

O líder da Oposição não encontra justificativas para a falta de investimentos em áreas prioritárias, como educação, saúde e segurança pública, especialmente diante do fato de que a presidente Dilma tem, sistematicamente, emprestado e até mesmo doado dinheiro público para outros países. Cuba e Uruguai receberam, cada um, R$ 1 bilhão dos cofres brasileiros. "Enquanto a Dilma dá dinheiro para os ditadores, para Hugo Chávez, para Fidel Castro, o povo brasileiro come rato", insistiu Mário Couto.

O senador tucano ainda ressaltou que ano a ano o Governo vem batendo recordes na arrecadação de impostos. Em 2012, foi arrecadado R$ 1,5 trilhão; em 2013, R$ 1,7 trilhão. "E este dinheiro que você paga é para a saúde, é para a educação, é para a segurança, é seu, é para o seu bem-estar social. É você que paga. Sabe quanto você pagou em 2012? Um trilhão e quinhentos bilhões de reais. Nem os mensaleiros conseguiam desviar todo esse dinheiro", ironizou Couto.

Fonte: Assessoria Parlamentar

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