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Pará Notícias

Um novo conceito

Rubens Júnior vai cumprindo profecia

Com a divulgação de uma nota no Jornal Diário do Pará de hoje (10/09) - "Clique para ampliar", pode desenhar um novo capítulo no cenário político em Capanema: Quem foi o mandante do assassinato do empresário capanemense, Carlos Moraes, brutalmente ceifado em Castanhal, com sete tiros de ponto 40, em plena luz do dia, sem direito de defesa e as eleições para prefeito.

A nota divulgada na coluna Repórter Diário diz "Trama: Um vídeo que circula nos meios políticos mostra supostamente o prefeito de Capanema, Eslon Martins e mais cinco vereadores negociando o pagamento de um "mensalinho" na câmara do município. Seriam R$ 5 mil para cada um dos vereadores. As imagens mostram o que seriam vereadores recebendo o dinheiro e depois comemorando numa churrascaria da cidade. O responsável pela gravação é um ex-secretário do município, que hoje está preso suspeito de matar um empresário em Castanhal. Esse ex-secretário estaria acusando Eslon Martins de ter mandado dar cabo do empresário para lhe incriminar por causa da gravação", diz a nota do Jornal.

A nota “coincidentemente” só veio à público após o desembargador João Maroja denegar Habeas Corpus, no último dia (04/09), a Rubens Júnior. Segundo informações, Júnior teria um arsenal de informações (documentos e vídeos) que "provavelmente" comprometeriam a administração de Eslon Martins (PR), que concorre à reeleição. 

Mas não seria somente a gravação que flagra vereadores recebendo propina para votarem em projetos de interesses do executivo que pode vir a público. Há suspeitas de outras gravações e uma agenda onde consta uma extensa lista contendo nomes de autoridades no município que recebiam propina. Essa agenda estaria bem guardada.

Jurídico – Segundo informações de um advogado, o prazo para conclusão das investigações do assassinato de Carlos Moraes estava para prescrever e com isso deram celeridade para pegarem o “suposto” mandante do assassinado de Carlos Moraes. Além disso, um grampo telefônico feito pela polícia Civil foi o estopim para prenderem Rubens Júnior.

“O grampo telefônico, onde flagra Rubens Júnior conversando com o policial que 'teria' matado o empresário Carlos Moraes, aparece uma negociação de compra de máquinas caça níqueis. Neste caso, Rubens vendendo, e nada mais”, disse o advogado.

Reportagem – Na 16ª Edição do Pará Notícias, onde trás a reportagem com o delegado geral adjunto, Rilmar Firmino trás o questionamento: “De certa forma, a repercussão do assassinato levou a opinião pública em Capanema condenar os “prováveis” assassinos, mesmo antes de serem presos ou mesmo julgados. Há alguma possibilidade de alguém que queria ceifar a vida de Carlos Moraes para jogar a culpa no casal, já que a separação de Jacilene Melo e Carlos Moraes expôs muito o casal na cidade. Há essa possibilidade?"

O delegado respondeu: “Acho impossível essa teoria de uma terceira pessoa ter praticado esse crime para atribuir a culpa ao casal”, disse o delegado.

Com a divulgação da Nota no Repórter Diário de hoje pode mudar os rumos da política capanemense. Além de deixar uma pergunta no ar: Há uma terceira pessoa envolvida no assassinato de Carlos Moraes?

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