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Pará Notícias

Um novo conceito

Efeito colateral: Eslon notificou Irmão Marco pelo jornal – 03

Antes de iniciar a matéria, comunico aos internautas, que apesar de ter combinado postar hoje, o vídeo da matéria exclusiva com o prefeito de Capanema, Eslon Aguiar, que falou como presidente do PR – Partido da República. Devido a problemas técnicos não poderá ser exibido hoje.

Mas como havia um compromisso de exclusividade que me foi garantido e em respeito aos eleitores deste blog, deixo disponível na íntegra, a entrevista em áudio. Comprometendo-me disponibilizar o mais rápido possível em vídeo.

Mediado por Emanuel Oliveira, o prefeito recebeu o editor do Blog, no último dia 16/11, para discutir pontos cruciais envolvendo o que seria a pior cena de selvageria, entre vereadores, familiares e amigos, durante a sessão de eleição para o próximo biênio administrativo do poder municipal [2011-2012].

Com imagens cedidas com exclusividade pelo cinegrafista, Romilson Sousa, e disponibilizada a filmagem original ao Blog, conversamos por três horas e meia, entre assuntos publicáveis, e mais da metade em off.

Sob a mira da câmera, cercado por três poderosos gravadores digitais e sob o olhar atento do secretário de comunicação, Américo Leal, o presidente do PR revelou em detalhes o que poderá acontecer com o futuro político do líder do seu governo na câmara, Irmão Marco.

Durante a entrevista, Eslon Aguiar mostrou diversos documentos “comprobatórios” do compromisso do Irmão Marco em apoiar a chapa de Oscar Ishii.

Outros documentos que não puderam ser entregues a este jornalista, por se tratar de assuntos internos do partido. Documentos onde o vereador Marco Antonio, se comprometia a seguir as decisões partidárias.

“Este documento que estou lhe mostrando, Zildene, foi assinado por ele, só não posso lhe entregar porque provavelmente servirá de peça de arquitetura jurídica, mas assim que cair em domínio público forneço-lhe cópia”, disse Eslon.

Outro ponto destacado no diálogo é que o presidente do PR tentou por diversas vezes notificar irmão Marco, mas o mesmo não foi encontrado para recebê-lo. Em decorrência disso  o mesmo resolveu notificá-lo através do Jornal O Diário do Pará, edição de hoje [18/11/10]  [clique na imagem para ampliar], que tem o mesmo valor jurídico.

O feito colateral que causou a presença de Irmão Marco, na chapa União e Força pode acabar com final feliz ou triste, vai depender das partes interessadas escolherem.

Questionado sobre o futuro político do Irmão Marco, o presidente do PR disse que “Se não entrarmos em entendimento o partido vai tomar todas as providências necessárias”, Dizendo isso, o prefeito deixa subtendido, que o mesmo poderá ser expulso do partido colocando em risco seu mandato.

Conversa vai, conversa vem, questionei se a presença dos Moraes não o incomodava e qual foi o acordo para que Walmicélia viesse para sua base aliada “não houve nenhum tipo de acordo financeiro.”

A presença de Walry, ex-vereador que combatia com unhas e dentes a família do prefeito, chegando a usar em palanque adjetivos impublicáveis, Eslon disse “não me incomodou nenhum pouco”.

Pressão

Extra pauta, Eslon disse que jamais decidiria sob pressão qualquer questão política, principalmente se a pressão viesse da imprensa que sempre anda em seu calcanhar.

“Já apanhei tanto que resisto a qualquer coisa; pode me bater que aguento. Mas se houver a possibilidade de dialogar, melhor. Esse é o melhor caminho”.

Já passava de três horas entre entrevista e conversa, e o assunto não se findava, mesmo com hora marca para viajar a Brasília, Eslon se mostrou disposto a conversar diversos pontos da administração pública.

Como boa parte do assunto era em off e não foi autorizado a reproduzir, quem sabe o questiono outros assuntos polêmicos que tramita nos bastidores do executivo, em momento oportuno.

A gravação é original, sem corte. Nesse contexto aconselho os leitores a ouvirem atentamente qual ou quais providências o PR irá tomar quanto ao futuro político de Irmão Marco.

Outro assunto que não pode passar despercebida pelos internautas é que Eslon deixou de fazer campanha para Irmão Marco porque “ele não tinha a maioria” e confirmou que fez bastidores para Oscar Ishii disputar a presidência.

Se foi estratégia política ou não, a cena de selvageria envolvendo vereadores gabaritados se agredindo física e verbalmente na Casa de Leis, foi o pior presente que Capanema ganhou no mês do seu centenário. E essa dita história produzida “intencionalmente” ou não, manchou a imagem do parlamento.

Essa total falta de civilidade entre parlamentares e essa ausência de comprometimento com a política em sua essência, inevitavelmente nos leva a refletir sobre o real motivo que levaria esses parlamentares a vida pública. Qual foi a parte que eles não entenderam na frase “No serviço público o interesse coletivo está sempre à frente dos interesses pessoais”.

Reafirmo o compromisso de disponibilizar o mais rápido a entrevista em vídeo.

Clique no play para ouvir a entrevista.

 

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