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Pará Notícias

Um novo conceito

Governadora afirma que PAC deixa o Pará nos trilhos do crescimento

"A falta de planejamento estagnou o Pará por muitos anos. Esta lição nós aprendemos muito bem com o governo Lula, e por isso, já a partir de hoje, vamos planejar para onde irão as quadras esportivas, as praças. Nas próximas semanas, o secretário de Educação, Luís Cavalcante, vai definir quais escolas serão restauradas e onde serão construídas as novas, num total de mais de mil estabelecimentos que terão melhores condições de ensino. Também nos próximos dias começaremos a enviar para a Assembleia Legislativa os projetos que prevêem financiamentos. Vamos deixar o Estado nos trilhos, pronto para crescer ainda mais, de forma sustentável".

As palavras da governadora Ana Júlia Carepa na manhã desta segunda-feira (7), ao lançar o Programa de Aceleração do Crescimento do Pará, retratam a determinação do Executivo em garantir as condições para que o Estado continue no caminho do crescimento econômico e social.

O volume de investimentos do PAC do Pará foi apresentado pelo secretário de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro, para quem "o programa permitirá ao Estado dar um salto gigantesco na socioeconomia". O secretário destacou que o lançamento do programa se deve à necessidade de planejamento (por empresas, órgãos públicos e trabalhadores) de ações estratégicas, e também "para se obter a rapidez necessária às obras, sem riscos de atrasos, e para que se obedeçam aos trâmites obrigatórios à obtenção de alguns financiamentos previstos no programa."

Do total de R$ 50,3 bilhões do PAC do Pará (recursos do Tesouro estadual e privados), R$ 41 bilhões virão de investimentos privados, "e incluímos no programa por vários motivos", explicou Maurílio Monteiro. "Primeiro, o governo do Estado ajudou a criar a infraestrutura necessária para vários empreendimentos, como investir mais de R$ 50 milhões no Distrito Industrial de Marabá, para garantir a implantação, pela Vale, da siderúrgica Aços Laminados do Pará. Depois, alguns empreendimentos previstos no programa, estratégicos para o governo do Estado, terão prioridade no licenciamento ambiental, para que todas as obras sejam concretizadas de forma articulada e no tempo previsto", informou.

O PAC do Pará foi dividido em nove eixos de investimentos, articulados com o PAC 2, lançado pelo governo federal:

CIDADE MELHOR

- Áreas: Saneamento, Prevenção em Áreas de Risco, Mobilidade Urbana e Pavimentação.

- Meta: enfrentar os principais desafios das aglomerações urbanas, propiciando melhor qualidade de vida.

- Investimento previsto pelo governo paraense: R$ 550 milhões.

- Algumas obras já definidas: conclusão do programa Ação Metrópole, na Região Metropolitana de Belém; esgotamento sanitário nos municípios de Altamira, Belém, Ananindeua, Breves, Castanhal, Itaituba e Marabá, e construção do Centro de Convenções de Santarém.

COMUNIDADE CIDADÃ

- Áreas: Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) e Unidades Básicas de Saúde, creches e pré-escolas, quadras esportivas nas escolas,´praças do PAC e postos de Polícia Comunitária.

- Meta: Presença do Estado nos bairros populares, aumentando a cobertura de serviços e a qualidade, por meio de ações prestadas de forma direta à população.

- Investimento previsto pelo governo paraense: R$ 200 milhões.

- Obras já definidas: construção de uma Unidade Básica de Saúde em Belém e de Unidades de Pronto-Atendimento em Uruará, Capitão Poço, São Miguel do Guamá, Viseu, Barcarena, Igarapé-Miri, Moju, Tailândia, Monte Alegre, Alenquer, Oriximiná, Novo Repartimento, Breu Branco, São Félix do Xingu, Santana do Araguaia, Santa Izabel do Pará e Belém.

MINHA CASA, MINHA VIDA

- Áreas: Habitação e urbanização de assentamentos precários.

- Meta: Redução do déficit habitacional, dinamizando o setor de construção civil e gerando trabalho e renda.

- Investimento previsto pelo governo paraense: R$ 450 milhões.

- Está prevista a construção de 80 mil casas populares, em Belém e interior.

- Obras já definidas: urbanização e obras de saneamento nos assentamentos do Canal da Timbó, Estrada da Pirelli e nas comunidades (todas em Belém) Parque Amazônia, Montese 1 e 2, Água Cristal, Esperanto, Taboquinha 3, Pratinha 2, Mata Fome, Tapanã, Pato Macho e Che Guevara.

ÁGUA E LUZ PARA TODOS

- Áreas: Eletrificação rural, água em áreas urbanas e recursos hídricos.

- Meta: Redução drástica no déficit de acesso à água e à energia elétrica no Pará.

- Investimento previsto pelo governo paraense: R$ 150 milhões.

- Investimentos privados previstos: R$ 150 milhões.

- Total previsto, com os investimentos federais: R$ 3,2 bilhões.

- Obras já definidas: sistemas de abastecimento de água em Abaetetuba, Alenquer, Ananindeua, Altamira, Breves, Castanhal, Itaituba, Oriximiná, Marabá, Monte Alegre e Santarém

INFRAESTRUTURA PARA O DESENVOLVIMENTO

- Áreas: Rodovias, ferrovias, portos, hidrovias, aeroportos, equipamentos para estradas vicinais, equipamentos de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).

- Meta: Consolidar e ampliar a rede logística, interligando os diversos modais, garantindo qualidade e segurança e reduzindo custos a partir da infraestrutura, sobretudo com a logística de transporte.

- Investimento previsto pelo governo paraense: R$ 3.402,2 bilhões (com financiamentos).

- Investimentos privados: R$ 2,4 bilhões.

- Total: R$ 5.802,2 bilhões.

- Algumas obras já definidas: Terminais rodofluviais nos Distritos de Ananindeua e Icoaraci, melhoramentos e pavimentação nas PAs 256, 150, 151, 252, 140 e 263, entre outras.

ENERGIA E INDÚSTRIA

- Áreas: Infraestrutura de gás natural no Pará e empreendimentos industriais.

- Meta: Ampliar a base industrial do Estado.

- Investimentos privados: R$ 41.750 bilhões (o governo do Estado atuou como concertador dos projetos e garantiu a infraestrutura para os investimentos na área).

- Alguns empreendimentos confirmados: Siderúrgica Aços Laminados do Pará (Marabá), Projeto Aline (Marabá), Companhia de Alumina do Pará (Barcarena), Minério de Ferro Serra Sul (Parauapebas), Cobre (minas em Marabá e Parauapebas), Níquel (projetos em Ourilândia do Norte e Canaã dos Carajás), Bauxita (projeto em Paragominas), Biocombustíveis e óleo de palma (Moju, Tomé-Açu, Acará, Concórdia do Pará, Mocajuba, Baião, Tailândia, Igarapé-Miri e Abaetetuba).

SEGURANÇA

- Meta: Construir e/ou reformar delegacias e unidades de atendimento policial, para prestar melhores serviços à população, reduzindo os índices de criminalidade.

- Investimentos pelo governo do Estado: R$ 294,6 milhões.

SAÚDE

- Meta: Construção e reforma de hospitais e unidades de saúde e compra de equipamentos, com a finalidade de prestar melhores serviços diretos à população, sobretudo em cidades e bairros mais carentes. Mais infraestrutura de apoio às equipes de saúde da família e serviços como ginecologia, pediatria, odontologia, curativos, vacinas e remédios, além de programas de saúde preventiva.

- Investimentos do governo do Estado: R$ 296 milhões.

- Algumas obras já definidas: Ampliação do Hospital Ophir Loyola, conclusão do Pronto-Socorro, Conclusão da "Nova Santa Casa", Reforma e ampliação do Hospital Municipal.

EDUCAÇÃO

- Meta: Reformar, ampliar e construir escolas; ampliar a rede de ensino profissionalizante; investir na formação continuada de professores; equipar as unidades com laboratórios de informática, ciência e tecnologia, e instituir a disciplina educação ambiental nas escolas públicas.

- Investimento previsto pelo governo paraense: R$ 657,2 milhões.

- Obras já definidas: Reforma e ampliação de mil escolas, e construção de 60 escolas.


Fonte: Sedect
Autor: Sedect


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