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Pará Notícias

Um novo conceito

Governadora do Pará honra débitos


Logo no inicio do mandato da governadora do Pará, Ana Júlia Carepa [PT] ela disse em alto e bom som e ecoando até os seus secretários, que os restos a pagar, [contas da gestão passada], do governo tucano não iriam ser quites até serem feitos auditagem nos contratos firmados.

O governo tucano deixou um rombo, segundo palavras da governadora de aproximadamente 90 milhões. Mas, por uma obra divina, a governadora prometeu honrar os compromissos tucanos, e disse a imprensa paraense que as contas anteriores seriam pagas logo depois que fossem averiguadas pela auditoria da nova gestão.

Justiça seja feita. Só na secretaria de educação do estado [Seduc] dos 16 milhões do presente de grego deixados pelos tucanos, atualmente só resta 6 milhões, conforme divulgação do departamento financeiro da secretaria.

A governadora solicitou do secretario de educação, Mário Cardoso, uma lista dos fornecedores pendentes. E organizou os pagamentos em ordem cronológica por valores.

As primeiras remessas foram pagas no valor máximo de até R$ 20 mil. A segunda listagem chegou ao patamar de faturas com teto máximo de R$ 50 mil.

Acredita-se que até o primeiro semestre de 2008 a governadora liquide os débitos com os fornecedores da gestão passada na Seduc.

O secretário adjunto da Seduc disse que as empresas que estão com restos a pagar da gestão passada, não devem se preocupar em não firmarem contrato com a atual gestão, pois todos os contratos serão honrados e que as contas anteriores serão pagas. Tudo é questão de tempo.

Os contratos do governo passados estão sendo auditados depois que se verificaram notas fiscais atestadas, mas com mercadorias não entregues. Um grande esquema arquitetado na gestão passada.

Fonte: Jornalismo Politico
Autor: Jornalismo Político

E se jornalistas avaliassem estudantes de jornalismo?

Por Marcelo Tavela
A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Rio de Janeiro (OAB-RJ), divulgou esta semana o resultado do seu exame, necessário para que os formandos em Direito possam exercer a profissão. E 90% dos inscritos foram reprovados. “Esse resultado só pode ser creditado ao mal preparo acadêmico e coloca em xeque o ensino jurídico”, diz Wadih Damous, presidente da OAB-RJ.

Outras razões apontadas são a formação de base deficitária e a grande quantidade de faculdades espalhadas pelo País. “Quase todo dia um curso novo é autorizado. O MEC [Ministério da Educação] não tem cumprido sua obrigação”, aponta Damous. Os motivos não são estranhos ao jornalismo e podem levantar a discussão: seria possível criar um exame semelhante?

Ao entrar e sair da faculdade, os alunos já fazem o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), um dos mecanismos que compõem o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), que mira mais nas universidades. Não há avaliação feita pela própria classe.

Entidades
“Isso nunca foi alvo de discussão. Os advogados são profissionais autônomos, com uma qualificação determinada, e a OAB tem que oferecer garantias de competência técnica e jurídica. No jornalismo, quem avalia é o mercado. Nenhuma empresa contrata quem não for qualificado”, avalia Maurício Azêdo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI). “O mercado será sempre o árbitro da qualificação”.

Sérgio Murillo, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), informa que a entidade não tem poderes legais para fazer a avaliação. “E nem os sindicatos. Isso seria atribuição do Conselho Federal de Jornalismo. A qualidade do ensino é uma preocupação, e há uma reivindicação da categoria de se avaliar as escolas. No projeto [do Conselho] não consta essa avaliação. Mas estabelecendo o Conselho, um exame pode ser discutido”, diz.

Murillo prevê um possível efeito colateral: “Seria criada uma indústria de cursinhos, como já acontece com a OAB, que não me agrada. O importante é ter um conselho. Hoje, estamos na mão do Estado. Queremos autonomia.”

No caso da OAB, o exame, como é feito hoje, foi regulamentado pela Lei 8906, de 1994. “Antes, o aluno poderia ser liberado demonstrando prática jurídica em um escritório modelo chancelado pela OAB”, explica Wadih Damous. “Para qualquer outra categoria ter um exame similar, seria preciso uma lei. No nosso caso, foi um inciso”.

Professores
Entre professores universitários, um exame semelhante ao da OAB divide opiniões. “Eu vou na contramão dessa idéia. O jornalismo trabalha no campo da cidadania, e há cada vez mais uma demanda de se flexibilizar ao máximo, com blogs e outras ferramentas. Você precisa de um controle social, e não de um funil de profissionais. Seria um exame corporativista”, enfatiza Ivana Bentes, diretora da Escola de Comunicação da UFRJ.

“Olha, eu acho interessante. O Enade e outras classificações avaliam a escolas, e não os alunos, que só contam com o registro no Ministério do Trabalho. Não teria por que ser contra um exame tipo o da Ordem. A analogia é muito boa”, opina Helio Schuch, chefe do departamento de jornalismo da UFSC . “Os estudantes já são certificados pela universidade. Se fossem certificados por mais um exame, o mercado teria mais um indicador confiável”, completa.

Márcia Vidal, chefe do departamento de Comunicação Social da UFC, também vê com bons olhos a idéia. “Acho que visa melhorar a qualidade profissional. Seria uma boa forma. Mas teria que ser uma prova prática, com produção de reportagem. Na nossa área, a avaliação se dá pelas qualidades práticas”, sugere.

E os alunos?
Talvez os principais interessados nisso, a discussão sobre como mensurar a qualidade dos cursos já é feita por alguns estudantes. A Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (Enecos) já propôs outras formas de avaliação, porém como alternativa ao Enade.

“Há um debate. A avaliação pode acabar fazendo um funil no final, que não vai resolver. Há universidades que fazem cursos pré-Enade, e acaba não representando a realidade. A educação tem que ser de qualidade e formar bons profissionais, caso contrário o prejuízo maior é do estudante, que só vai descobrir isso depois de quatro anos de faculdade”, aponta Arthur William, da comissão gestora da Enecos no sudeste e aluno da PUC-Rio.
tempo para se transformar em notícia velha.

Espectadores e intelectuais debatem "Tropa de Elite"

Por Tiago Cordeiro
Boa parte das 400 pessoas que lotaram o auditório do jornal O Globo para assistir à pré-estréia de “Tropa de Elite” na quinta-feira (27/09) não permaneceu no local após a exibição para participar do debate com José Padilha, diretor do filme, e outros convidados. Talvez porque nas últimas semanas a imprensa cultural – e policial – promoveu várias discussões sobre a história do capitão Nascimento. Estiveram na mesa, também: Luiz Eduardo Soares, um dos escritores de “Elite da Tropa”, o jornalista Paulo Motta, da editoria Rio do Globo, o coronel da Polícia Militar Ubiratan Ângelo e o sociólogo Michel Misse.

“Tropa de Elite” é um filme que entra na história do cinema nacional. Não apenas por encarar os problemas da polícia de frente, mas também por ser um caso emblemático de como a distribuição cinematográfica é fraca diante da pirataria e da internet. Mas isso tudo fica de lado diante das discussões que surgiram na mídia.

Público
O Globo estampou em sua primeira página opiniões divergentes sobre o filme. O jornalista Artur Xexéo chegou a criticar a atitude do público “que aplaude cada tortura em traficante, cada morte”. Padilha, entretanto, contestou a afirmação lembrando que aquela era a terceira vez que seu filme era exibido. “No Festival do Rio, pessoas da equipe estavam na pré-estréia e não glorificaram a cena, mas a dificuldade delas. Não vou fazer com o meu público o que a crítica fez”, declarou, se referindo à polêmica do filme e descartando colocar “etiquetas que não dão conta da complexidade”.

Não é novidade que coberturas e pessoas criem simplificações e rótulos. Além da forma como algumas matérias julgaram as reações ao filme, Padilha chegou a ser taxado de “um radical de direita” pela história. Curiosamente, “Ônibus 174”, sobre o seqüestrador Sandro do Nascimento, taxou o diretor de “um radical de esquerda”. Em comum, os dois filmes contam a história de dois “Nascimentos”, vítimas e protagonistas do sistema de repressão do Estado.

Saia justa
Em dois momentos, o debate teve saias justas que foram contornadas pelos debatedores. Em resposta a uma pessoa do público que ironizava os comentários do coronel Ubiratan e fazia alusão ao “caveirão” (carro blindado usado pelo Batalhão de Operações Especiais), Soares lembrou que críticas contra autoridades “poderiam atingir quem está lá para nos defender”.

O coronel também não conseguiu responder diretamente ao comentário de Padilha quando afirmou que os policiais viram no filme o Bope como uma “reserva técnica e moral da polícia”. O diretor lembrou que, enquanto o Batalhão torturava, o restante da polícia seria corrupta. “Na minha escala de valores, tortura é pior do que corrupção”. Ubiratan preferiu rebater que essa visão era dentro de uma obra de ficção.

Talvez nas próximas semanas, a mídia discuta se essa escala de valores é a mesma em todas as classes sociais. A favela e a classe média vêem a tortura ou a corrupção como o pior valor? De um jeito ou de outro, com a estréia marcada apenas para o próximo mês, “Tropa de Elite” ainda levará um bom tempo para se transformar em notícia velha.

O novo Mato Grosso que chega (final)

Por Onofre Ribeiro
Gostaria de encerrar este artigo retratando a cara da nova política que necessariamente se fará em Mato Grosso a partir dos próximos anos, quando se configurarem as transformações previstas para a economia. Mas vou deixar o assunto para ocorrer da semana. Hoje respondo a uma série de indagações que recebi pessoalmente, por telefone e por e-mail a respeito dos recursos humanos necessários para os tempos futuros de curto prazo.

Vamos por cadeias produtivas, ressaltando que em cada uma delas duas coisas estão muito claras: o aporte de investimentos e a adoção de novas tecnologias, o que faz pressupor forte exclusão social, ao lado de forte inclusão de gente preparada para os novos cargos. Vamos às cadeias:

1- Madeira: terá as cadeias do manejo florestal, do reflorestamento, da extração, da industrialização, do design moveleiro, do crédito do carbono, dos usos medicinais, farmacêuticos e cosméticos, da pesquisa científica e das políticas ambientais;

2- Agronegócio e agroindústria – terão cadeias em muitas áreas atuais e em outras na medida da tecnificação para produzir cada vez mais e mais barato em áreas cada vez menores e na diversificação dos produtos de uma mesma cadeia para mercados específicos;

3- Biocombustíveis – abrirão espaços crescentes na busca de atender à demanda estadual de consumo de 1 bilhão anuais de litros de biodiesel, fora a exportação. As cadeias irão se confundir com as da agricultura, do agronegócio e do etanol;

4- Etanol – a tendência é rigorosamente imprevisível num prazo a contar dos três próximos anos. Este setor está sofrendo mudanças impressionantes e vai gerar muitas cadeias produtivas conexas, do campo aos laboratórios de química fina;

5- Pecuária – caminha para comportamentos cada vez mais segmentados e tecnológicos em carne bovina, suína e de aves, com possibilidades da carne ovina. Surgirão dentro do contexto muitas e novas cadeias produtivas na produção, na cria, na recria, na engorda, no abate, na industrialização, na exportação, etc.;

6- Turismo – segue a mesma rotina, como conseqüência dos desdobramentos de negócios das cadeias econômicas anteriores;

7- Mineração – tende a crescer, sobretudo no Vale do Araguaia, e nas regiões do Norte e do Noroeste do estado, fora a expansão das áreas do cimento, da brita, das areias e do calcário, com cadeias produtivas conexas e novas;

8- Energia elétrica – é um setor altamente corporativo, mas envolve elevado número de recursos humanos na construção de usinas e de linhas de transmissão, e na operação, manutenção, em muitos projetos novos, etc.

Sinteticamente, aí estão opções novas de negócios e de cadeias profissionais também novas. Como lidar com isso e montar grades profissionais, é assunto para as políticas educacionais públicas, privadas, das universidades às escolas técnicas. Mas está bem claro que tecnologia e investimentos mudarão o panorama profissional de Mato Grosso, por conta de fatores econômicos e políticos externos e internos. Mas é assunto para outra conversa oportunamente.


Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e da revista RDM

Encerramento da segunda enquete

Dia 16/10 é o encerramento da enquete [Em quem você NÃO votaria em 2008?]

A partir do mês de outubro todas as enquetes novas terão vigência de no máximo 20 dias.

Comentários

Continua a restrição por parte do signatário do Blog em não publicar os comentários que não contenha nome.

Juízo de valor: O signatário considera o anonimato e/ou falsidade ideológica um ato covarde. Alem claro, de ausência de personalidade.

Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Fim do município mórbido

O prefeito acabou com a morbidez do seu governo. Enterrou de uma vez por toda a saúde do município de Capanema, região nordeste do Pará. Alexandre Buchacra [PR] “O Prefeito” nomeou para tomar conta do galinheiro, [secretária de saúde], a Mucura [vereador], Valry Moraes [PSDB].

Com a administração em estado terminal, Buchacra acaba de disparar o tiro de misericórdia para a ‘esperança’. O acordo ardiloso para fincar dentro da secretaria de saúde um moribundo que não entende por que o cabrito defeca redondo não tem uma explicação plausível. Sua administração entrou em colapso.

Nunca na história do município uma atitude tão errônea criou tanta expectativa para um enterro. Sabe-se lá qual o acordo podre foi arquitetado para indicação da raposa velha da câmara municipal de Capanema. São exatos quatro mandatos consecutivos de arquitetura ardilosa e um patrimônio duvidoso, pois os fatos [salário de vereador] não correspondem aos fatos.

Sabe-se agora o porquê da felicidade eterna dos prefeitáveis do próximo pleito. Nenhum deles precisa fazer campanha contra a administração do Bem [Bem imoral, Bem jurássico, Bem perdido e Bem ENTERRADO], o prefeito faz a própria sandice e o povo é a maior testemunha viva dos atos insanos de Buchacra.

Por enquanto agradecem pela campanha gratuita: Marcelo Pierre [PMDB], Chico Neto [PPS] e Eslon Martins [PR] prefeitáveis assumidos, em 2008.


Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Fim do estado laico

O bispo Edir Macedo lança o novíssimo Record News, canal de notícias na tv aberta, com transmissão 24 horas, pelo ch31. Arrependei-vos, irmãos. E crede no pastor. Na inauguração ontem, em sua primeira aparição pela nova mídia, ele criticou o monopólio da Globo, e garantiu: agora será quebrado.

Veeeeeeennnhaaaaa!

Ciro Gomes deve ter ficado com medo de debater a CPMF - Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, com o senador Arthur Virgilio [PSDB-AM]. Para defender o fim do nefasto imposto, Virgílio assinalou que a CPMF é ruim e injusto, pois atinge principalmente a camada mais pobre da população. Para ele, não há motivo para mantê-lo e do jeito que está atualmente é uma excrescência. O senador também disse que os gastos correntes anuais do governo crescem 9% acima do Produto Interno Bruto (PIB) e que é possível reduzir a carga tributária.


Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Secretário sem experiência

O prefeito de Capanema-Pa, José Alexandre Buchacra [PT] acaba de mencionar para secretário de saúde, o vereador da base aliada, Walry Moraes [PSDB]. O pressagio foi feito, hoje durante a sessão, na câmara municipal.

Perdido no espaço e mal assessorado pelos padrinhos petistas, Mário Brandão e Estefani, Buchacra vem afundando paulatinamente no cenário político.

Denominar um vereador sem experiência alguma, é o mesmo que nomear um gari a cirurgião plástico da noite para o dia.

Valry Moraes não tem graduação superior e não possui currículo como administrador. Predispor a secretaria de saúde nas mãos de quem vai lidar com vidas. É complicadíssimo. O edil vai administrar o maior orçamento do município, R$ 1,5 milhões/mês.

A secretaria de saúde de Capanema sempre foi disputada entre a base governista. Quem o diga o vereador Wilson Araújo – DEM.

Araújo lutou para pleitear a secretaria, mas foi esbarrado pelo prefeito. O laboratório de Wilson suga atualmente R$ 80 mil mensais com exames.

Na realidade é comezinho os benefícios concedidos aos nobres vereadores. Waldemir Martins [PT do B] aluga sua frota de ônibus para a prefeitura.

O novo homem forte da saúde aluga às maquinas para a secretaria de obras. O vereador Rubens Anselmo [PSDB] conseguiu reformar seu prédio à custa do prefeito e depois alugar para a farmácia popular. O prédio depois de reformado vale mais de R$ 180 mil.

Edson Maciel, presidente da câmara municipal [PV], inchou a máquina pública ao empregar familiares na administração de Buchacra. Uma das irmãs do vereador aluga um carro para a secretaria de ação social, claro, alem de receber em dias um bom salário. E por ai vai.

O colapso dentro da gestão do governo do Bem [Bem alimária, Bem ingênuo ], desde que tomou posse, agora ganha forças. Faltando um ano para o longínquo mandato de Buchacra, os capanemenses não vêem à hora da entrega da faixa para o próximo prefeito.


Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Antes e depois



Fonte: Internet

Resultado parcial da enquete


A enquete expira em 31/10/2007
Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Google lesa parceiros

Por Paulo Zildene
Uma das formas mais comum de não pagar seus parceiros é utilizando uma das cláusulas contratuais que delimitam direitos e deveres entre a maior site de busca do mundo. O Google.

É o que vem acontecendo com freqüência com os proprietários de sitios e blogs que são remunerados pelo Google Adsense ao inserir propagandas das empresas vinculadas com a Google. Sem explicação seu contrato é encerrado de uma hora para outra sob alegação de quebra de contrato.

[Nossos registros indicam que foram gerados cliques e/ou impressões inválidos nos anúncios Google em seu(s) site(s). Sendo assim, desativamos sua conta do Google AdSense. Observe que essa medida foi necessária para proteger os interesses dos anunciantes do AdWords.

Você já deve saber que o site de um editor não pode apresentar cliques ou impressões inválidas em nenhum anúncio, incluindo, sem limitações, cliques ou impressões geradas por:

- um editor em suas próprias páginas da web, - terceiros incentivados pelo editor, - programas de cliques automatizados, programas de navegação ou outro software que gere cliques ou impressões inválidas, - um editor que altere parte do código do anúncio ou modifique o layout, o comportamento, a segmentação ou a distribuição dos anúncios.
por qualquer motivo essas atividades, ou qualquer outra que viole os Termos e Condições e os regulamentos do programa Google AdSense, podem ter nos levado a desativar sua conta].

Na realidade essa é a forma mais viável da Google não honrar seus pagamentos. Alegar violação é uma forma plausível encontrada pela Google de encerra os laços comerciais com seus parceiros.

Agora tem algo pior. É muito provável que as empresas que vinculam suas bandeiras nos sítios e blogs não estejam sabendo dessa violação, então, será que as estatísticas são retiradas das empresas que pagam pelo serviço?

Outra forma que pode justificar o cancelamento é o Google AdWords. Quando você insere publicidade no seu sitio e/ou blog você passa a ser remunerado pela Google, mas automaticamente você é convidado a aderir ao AdWords.

O interessante é que nesse seguimento você é “influenciado” a descontar seus créditos do Adsense ao inserir sua marca no sitio de busca da Google, passando assim a utilizar o serviço do Google AdWords.

Então é claro, se você não adere ao AdWords você fica vulnerável ao Adsense, pois para cortar seus créditos e não deixar você receber, você é penalizado nas clausulas contratuais acima exposta.

Simples. Você não adere ao AdWords, então por qualquer motivo banal seu contrato do Adsense é encerrado automaticamente.

A Google realmente está lesando seus parceiros. Analisem antes de vincularem publicidade do Google no seu sitio ou blog.

Fonte: Jornalismo Político

O novo Mato Grosso que chega (4)

Por Onofre Ribeiro
Citei ontem aqui neste espaço que a tendência é a transformação da economia de Mato Grosso num parque com uso de multi-tecnologias em todos os setores da produção da agricultura, do agronegócio, da pecuária, da madeira, dos serviços e da indústria.

No mundo moderno, quando se fala em tecnologia, fala-se obrigatoriamente em duas coisas: na necessidade de recursos humanos qualificados, e na exclusão social dos recursos humanos não-qualificados.

As duas coisas já estão convivendo em Mato Grosso. Em recente visita á indústria frogorífica de aves em Nova Mutum, no norte do estado, a produção e tudo o mais não são o maior problema, porque estes a tecnologia resolve. O maior problema é a falta de recursos humanos para operar equipamentos modernos e para compreender as etapas dos diversos processos da produção. Ali são 2.200 empregos diretos e 6.600 indiretos. Em Lucas serão 6 diretos e 18 mil indiretos.

Porém, a escassez de gente qualificada em Nova Mutum, não é exclusiva. Em Lucas do Rio Verde, 160 km mais acima, também se enfrentará o mesmo problema a partir do ano que vem quando a Sadia instalar-se para avicultura e suinocultura. Na semana passada estive em Rondonópolis, onde conversei com a presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de Mato Grosso, Cláudia Fagotti, e com a líder do Sebrae na região Sul. A questão é exatamente a mesma na implantação de um pólo têxtil de confecções.

Enquanto o mercado recruta recursos humanos de nível técnico para operar a nova economia já existente e a que se prepara para instalar, a opção dos jovens continua sendo as faculdades, em busca do diploma de “doutor”. A maioria não vai além do diploma, porque não é isso que o mercado deseja. O mercado pede técnicos em escala crescente. Já surgiram em algumas universidades os cursos de tecnólogo que são cursos universitários de curta duração. Mas as escolas técnicas, que seriam a grande alternativa, são poucas e, com alguma exceção, ainda estão dirigidas para áreas completamente fora do interesse do mercado, como edificações, eletricidade geral e outras coisas menos necessárias.

Em recente palestra no curso preparatório para o vestibular mantido na paróquia da igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, em Cuiabá, discuti com os alunos, a maioria carentes e com necessidade urgente de ganho financeiro, que eles devem olhar melhor a formação técnica. No caso deles, que estão com o olho imediato no mercado de trabalho, não podem perder o tempo esperando passar num vestibular e sonhar com o diploma de “doutor” de pouca valia concreta.

Sugeri e insisti que se dirijam para os cursos técnicos, que têm duração curta e dão resposta imediata no mercado de trabalho com excelentes ofertas de trabalho.

Concretamente, permito-me generalizar essa sugestão. O mercado de trabalho dos próximos anos será seletivo ao extremo para cargos técnicos de alto padrão. Para esses não faltará trabalho. Amanhã encerraremos esta série falando das transformações políticas que resultarão da nova economia.

Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e da revista RDM

O novo Mato Grosso que chega (3)

Por Onofre Ribeiro
Começo corrigindo uma informação digitada incorretamente no artigo de ontem.Da produção total de soja na safra 2005/06, de 15 milhões, 877 mil toneladas, 84%, correspondentes a 13 milhões 362 mil, é que são exportadas.

Bom, voltando ao tema. O consumo de biodiesel, na ordem de 1 bilhão de litros por ano vai consumir 5 milhões de toneladas de soja/ano que, somados aos atuais 5 milhões esmagadas no estado, já alcançam 10 milhões. O restante da produção deverá ser usada na produção de rações para os grandes complexos de carne que se instalarão, além da Perdigão, que já abate 280 mil aves/dia em Nova Mutum, e a Sadia, em Lucas do Rio Verde, 500 mil aves/dia a partir do ano que vem, e previsão em Campo Verde. Há mais dois grandes grupos da mesma linha com projetos em análise para Mato Grosso.

O milho também entra nessa mesma ordem de objetivos. O etanol ainda está em compasso de espera, em Mato Grosso. Mas a pecuária já se mobiliza para os grandes confinamentos casados com a agricultura. Sete plantas de frigoríficos com grandes investimentos estão se implantando no estado. Isso muda toda a cadeia produtiva do gado, antes do abate e depois do abate. Na medida em que se concentra a produção de engorda em escala terminada nos confinamentos, muda o perfil da pecuária tradicional para uma atividade tecnificada e segmentada desde a produção dos bezerros. Isso será inevitável. Aliás, em 2006 os confinamentos surgiram e se multiplicaram em Mato Grosso, com cenários de muito maior crescimento.

A madeira sai do extrativismo para outras sete cadeias que passam pelo reflorestamento, pelo manejo, pela industrialização, aproveitamento de resíduos, crédito do carbono, etc. Tudo para atender às pressões ambientais decorrentes dos ajustes indispensáveis para se atender a mercados cada vez mais exigentes.

O leitor deve estar se perguntando: e eu com isso? Tem tudo a ver, na medida em que essas cadeias produtivas têm um imenso poder de multiplicação. Vou citar o exemplo de Nova Mutum, a 280 km norte de Cuiabá, onde a Perdigão abate 280 mil aves/dia e pretende abater 380 mil em 2008, empregando hoje 2.200 pessoas diretamente e 6.600 indiretamente. A folha de pagamento direta é de R$ 2 milhões mensais. Cada um real gira três vezes no mercado local, segundo as regras. Imagine-se a quantidade de novos negócios e de serviços que são necessários para atender a essa demanda de consumo em educação, em saúde, em serviços comerciais, em bens de consumo, etc.

A perspectiva de curto prazo é que a economia se tecnifique cada vez mais, porque esses empreendimentos terão que ser competitivos a uma distância de 2 mil quilômetros dos portos de exportação. Mas o uso maciço de tecnologia implica necessariamente em recursos humanos reduzidos e adequados. Mas isso é assunto para o artigo de amanhã.

Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e da revista RDM

Pagot e o Estado de Mato Grosso

Meu estimado Senador!!!

Na data de 25 de setembro (ontem), estive assistindo o vosso pronunciamento sobre DENIT, corrupção, CPI e Pagot e faço as seguintes considerações:

- Se existe corrupção em 22 obras no DENIT, apontadas pelo TCU, o Pagot não tem responsabilidade nenhuma porque ele ainda não foi nomeado, cfe o tom de vossa fala;

- O Estado de Mato Grosso esteve sob o mando político e administrativo do PSDB, encabeçado pela eminência parda Sr. Dante de Oliveira e seus comparsas, inclusive o ex-senador Antero Paes de Barros, que não se elegeu para governador, quiçá por um motivo muito justo. Ressalto apenas e tão somente um fato simples de relevante importância, porque ainda no segundo ano de seu primeiro mandato, o então governador Dante de Oliveira criou um “imposto” de nome Fethab (Fundo Estadual para Transportes e Habitação), onde ocorria a tributação sobre a soja, o óleo diesel e o gado e que seriam destinados exclusivamente para arrumar as estradas estaduais e construção de casas populares. Em sete anos de arrecadação o dinheiro sumiu pelos ralos públicos, com locação de máquinas para arrumar meia dúzia de km de estradas e não foi construída nenhuma casa popular. Ressalto novamente, isto foi apenas de um imposto extra criado pelo ícone da política mato-grossense sem entrar em mais delongas e creia meu estimado senador que eu pessoalmente acredito que a morte prematura deste “ilustre” político se deu por um desequilíbrio ceco emocional (depressão) devido à depressão e estreitamento de seu caminho. Em tempo – este ícone também perdeu para senador e o povo sabe votar;

- O Estado de Mato Grosso, sofreu um processo de expansão agrícola e pecuária, feito por imigrantes e que os mato-grossenses “natos” nos chamam de “pau rodados”, numa alusão a enchente que traz incômodo e problemas para eles, pois viviam numa situação de pouca expressão social e econômica, pendurados nos repasses de verbas federais e cabide de empregos públicos. Destaco aqui a sagacidade do nobre cuiabano Senador Jonas Pinheiro, que exercia a profissão de extensionista rural e percebeu o início da revolução do agro negócio e se juntou aos imigrantes e hoje é um legítimo representante desta classe que fez crescer o estado e que culminou com a eleição e reeleição do agricultor, engenheiro agrônomo e empreendedor Blairo Borges Maggi. Que está fazendo um governo exemplar e que incomodou os políticos tradicionais, da estirpe de Antero P. de Barros e tantos outros.

- Os mesmos recursos do FETHAB, passaram a ser administrado pela Secretaria de Infra-estrutura (SINFRA), sob a batuta do eminente administrador Pagot e vejam os senhores que apenas os recursos de quatro anos foram suficientes para estabelecer parcerias com os governos municipais, federal e com a iniciativa privada onde foram construídas mais de 30.000 casa e construídos mais de 2.500 km de rodovias asfaltadas dentro de estado e ressalto ainda que o governo federal não chega nem aos pés destes número em obras, talvez ganhe em corrupção;

- Portanto nobres senadores, o Pagot é o nome certo para assumir o DENIT e programar as famosas PPPs, que não conseguem sair do papel e lamentavelmente o fofoqueiro e funcionário de senado, Sr. Antero P. de Barros, ficará na berlinda porque aqui em nosso estado a canoa dele já está furada.

Autor: Ari Xavier da Silva

Pierre foi pedir à bença

O vereador e prefeitável pelo município de Capanema, Marcelo Pierre [PMDB] foi tomar à bença ao pé do ouvido do ex-prefeito de Capanema, Jaime Nascimento, hoje no final da tarde.

Soa ao vento que Pierre está querendo o apoio do ex-prefeito ou foi pedir conselhos de como atrair o eleitor.

Esse vai ter que mudar pra lá se quiser aprender. O primeiro passo é não falar sandice em público, coisa comezinha na carreira do novato Pierre.

No primeiro semestre Pierre foi atraído pelo polêmico deputado federal e radialista, Wladimir Costa a falar mal do prefeito de Capanema, Alexandre Buchacra na sua rádio [Princesa FM].

Depois vendo que não dava em nada, Wlad deixou Pierre na rua da amargura. O programa não foi pra frente e Pierre ficou sem crédito, ou melhor, ficou falando ao vento. Se tivesse pedido a bença há mais tempo a Jaime Nascimento não teria feito uma sandice desnecessária.


Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Cartão vermelho

O prefeito do município de Capitão Poço, região nordeste do Pará, Aladir, foi afastado do cargo pelo poder legislativo do município.

E me parece que a bruxa está à solta no nordeste. O prefeito de Capanema, Alexandre Buchacra [PT] também está por um fio.

Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

A frase da semana

“Direitos humanos só funciona em país Tupiniquim. Se morre 30 policiais, ninguém fala nada. Morre dez presos, os direitos humanos aparecem. Porque será que os direitos humanos não funcionam em países de primeiro mundo?”

Alberto Aguiar, internauta, ao comentar a matéria "Defensores dos direitos humanos investigam denúncias de violações em Pernambuco".

Folgados

Sem ter o que fazer durante a plenária da câmara municipal de Belém, os edis foram discutir a repercussão da novela Paraíso Tropical. Quem iniciou o papo inútil foi o vereador Amarão Klautal [PSDB].

Quanta preocupação com a saúde e a segurança de Belém, não é?



Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Circula na internet

NOTA DE FALECIMENTO

Faleceu em 12 de Setembro de 2007 em Brasília o Senado Federal, acometida por infecção ética e moral generalizada.

A Instituição não resistiu à sessão secreta dos ilustres senadores e morreu longe do povo, por falência múltipla dos órgãos institucionais. Que Deus nos dê forças para bradarmos a nossa indignação e nos ilumine para revertermos tamanha tragédia.


Fonte: Internet

Contraponto

O signatário do Blog disparou ontem uma critica na pífia filiação no PR de Capanema que aconteceu no dia [22]. O artigo repercutiu bem do ponto de vista político. Foram exatos 17 e-mails, 9 comentários no Blog, porém somente um assinado. Como a política do Jornalismo Político é de não publicar comentários anônimos, selecionamos o assinado pelo prefeitável Eslon Martins. Cremos que ele tenha mesmo deixado seu comentário. Então vamos lá.

“O Lançamento do Partido da República em Capanema, tanto no Almoço, como a festa no Parque de Vaquejada, deu aproximadamente 2 mil pessoas (..). Hoje o PR tem mais de 600 filiados, isto em menos de 20 dias que assumi o Partido (..). O PSDB em Belém cantando vitória, que relatava 3 mil filiados (..). O PMDB de Capanema que tem mais de 20 anos, nunca passou de 524 filiados sendo que muitos nem existem mais, uns faleceram, outros saíram. (..) O PR hoje em poucos dias é o maior partido do município de Capanema, e com certeza estamos muito satisfeitos, e temos a expectativa que será o maior partido da região (..)”, disse Eslon.

Realmente, temos que convir. O signatário fez um rápido levantamento e comparou às colocações do prefeitável Eslon Martins. O [PR] Partido da República foi o que mais filou nos últimos seis meses. Um número considerado do ponto de vista partidário. Até agora houve pouquíssima deserção do PR.

O partido mais esfacelado foi o DEM. Os traidores partidários migraram para o PT e PMDB. Partido da situação e coalizão da governadora Ana Júlia Carepa [PT]. Quem o diga o prefeito de Capanema, José Alexandre Buchacra [PT]. Para tentar sobreviver o resto de mandato, preferiu cuspir no prato que comeu [DEM] para migrar para os porões do PT.

Temos que convir que o PR hoje seja um partido em ascensão no estado do Pará, em especial Capanema, região norte. Mas é difícil de não deixar de alfinetar a migração de Eslon Martins. Apesar de que as articulações de Buchacra migrar para o [PT], Marcelo Pierre [PMDB] e Chico Neto [PPS] deixou poucas opções para Eslon filiar em um partido de expressão no estado.

O PMDB já lhe tinha convidado a se retirar. A articulação de Mário Brandão e Estefani foi relâmpago. Então preferiram Buchacra que Eslon dentro do PT.

Mas não importa o partido que Eslon Martins optou em levantar a bandeira. O que realmente temos que levar em consideração é no eleitor que vai junto com ele. E isso pode fazer a diferença na contagem de votos. O partido é o de menos.

Eslon vem de uma derrota nas últimas eleições. Perdeu por pouquíssimos votos, mas a que está para acontecer no próximo ano tem um diferencial. Buchacra é o seu maior cabo eleitoral. A péssima administração favorece Eslon.

O povo, o maior prejudicado não terá a memória tão curta com se imagina, pois faltando praticamente um ano para as eleições, dificilmente os capanemenses esquecerão às dificuldades que tiveram nos últimos anos. Quem o diga o servidor público.

O Blog havia especulado em outro artigo. As eleições podem ser a mais disputada da história do município, mas Eslon já sai na frente com 40% das intenções. E espera-se uma campanha mais bem articulada que a anterior.


Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

A história da vida real

O descrédito em que se encontra o parlamento brasileiro faz crer que nos entramos na era da impunidade generalizada no nosso país. O vídeo abaixo, faz uma analogia da ficção com a realidade. Infelizmente é o retrato emporcalhado da vida real. Confira.

video

Fonte: Jornalismo Político

Autor: Internet

O novo Mato Grosso que chega (2)

Por Onofre Ribeiro

No domingo abordei essa nova fase em que entra o estado de Mato Grosso, não só na sua economia mas nos campos da tecnologia das várias cadeias produtivas. De modo geral, não estamos preparados para lidar com as transformações na medida da velocidade em que elas estão chegando.

A nossa estrutura de pensamento tanto público como empresarial, era a de continuar a produção de grãos em escala crescente, a ampliação das novas áreas de criação de gado na pecuária bovina, deixando para trás áreas degradadas para a agricultura. Na área da madeira, algumas transformações a partir das exigências ambientais crescentes no estado, no país e no mundo.

Em conseqüência de tudo isso, a industrialização e os serviços continuariam a sua trajetória de crescimento mais na adaptação do que na inovação.

Entretanto, de repente, como resultado da própria crise do agronegócio de 2005, junto com a da madeira e da pecuária, os rumos mudaram e mudarão muito rapidamente num crescimento de investimentos e de inovações absolutamente imprevisíveis há um ano atrás.

O que está acontecendo de tão extraordinário? perguntaria o leitor.

Disse no artigo de domingo que os pequenos e médios produtores agrícolas estão se afastando gradativamente do mercado, substituídos pelos maiores que detêm acesso ao capital e às tecnologias para aumentar a produção e competir. Mas, na verdade, não é só produzir para exportar. Conversei a respeito na semana passada com o secretário de Assuntos Estratégicos do Governo de Mato Grosso, Cloves Vettorato. Segundo ele, exportar soja, farelo e óleo, algodão e carne, não interessa mais. O lance é agregar valor dentro do estado e exportar com preços verticalizados e com geração interna de impostos, que refletem sobre a renda da sociedade e sobre os investimentos públicos.

Um exemplo dado por ele. No dia de nossa conversa ele jantaria com um grupo de empresários chineses que vieram comprar soja em Mato Grosso. Os chineses são muito arrogantes e convencidos de que sem eles o mundo moderno não existe. Vettorato disse-me que lhes diria no jantar que podem começar a procurar outros vendedores de soja porque Mato Grosso dará fins mais nobres ao produto do que vendê-lo in natura ou semi-industrializado para os chineses e para a União Européia.

A razão, deu-me o seguinte exemplo: hoje o estado produz (safra 2005/06), 13 milhões 362 mil toneladas de soja, das quais 84%, ou 15 milhões 877 mil toneladas são exportadas. Só 16% são esmagadas e industrializadas em Mato Grosso. O propósito de se abastecer os 1 bilhão de litros anuais de biocombustível só para o mercado estadual muda todo o panorama da cadeia da soja. O assunto continua amanhã.

EM TEMPO : Registro com grande pesar a morte do cinegrafista Hélio Lopes, o Helinho. Convivi com ele na TV Centro América em 1980, quando tive a felicidade de transformá-lo de auxiliar em cinegrafista, um grande salto na época. Depois ele se tornou uma referência de profissional bom e competente no meio. Um amigo que se foi.


Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e da revista RDM

Renan Calheiros culpa Pagot pela obstrução

O senador Romero Jucá [PMDB-RR] líder do governo disse que a culpa pela obstrução no senado é culpa do afilhado de Blairo Maggi, governador do Mato Grosso, Antonio Pagor que é indicado para ocupar o cargo de diretor geral do Departamento Nacional de Infra-estrutura em Transportes (DNIT), que é o primeiro item da pauta. Ou seja, essas indicações só poderão ser votadas com o fim da obstrução.

Na semana passada, Renan Calheiros buscou nas dificuldades de aprovar o nome de Pagot um pretexto. O senador José Agripino (DEM-RN) não pretende fazer um acordo para retirar a indicação do DNIT da pauta, mesmo porque isso não agradaria os dois senadores de Mato Grosso, que já estão sendo assediados pelo governo, que deseja ampliar sua força no Senado.


Fonte: Agências

Tucanos

As lideranças tucanas e o Instituto Teotônio Vilela realizam hoje, em São Paulo, o seminário "O PSDB e o Futuro da Educação", evento preparatório para o III Congresso Nacional da legenda, que será realizado em novembro. O seminário deverá reunir lideranças partidárias, especialistas no tema e dirigentes da sigla, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o presidente nacional do partido, senador Tasso Jereissati (CE), e o ex-governador Geraldo Alckmin, entre outros.

Fonte: Agências

PR consegue número baixo de filiados

A festa promovida no sábado [22] pelo presidente do PR no município de Capanema, região pólo do nordeste do Pará e prefeitável, Eslon Martins atingiu um número baixo de filiações, se comparado o número de votos que ele obteve na eleição passada. Segundo informações, o PR atingiu somente 600 filiados no geral.

Para um partido novo, que tem a frente um dos nomes fortes para ocupar o posto mais alto do município [prefeito], obter uma adesão tão baixa, o soneto me parece desafinado.

Eslon teria distribuído na cidade somente 350 convites, mas devido à boca livre [almoço] patrocinado pelo PR no município compareceram mais 30 pessoas intencionadas em filiar no partido do vice-presidente da república, José Alencar.

O parlamentar da esfera federal, Lúcio Vale e seu pai, ex-deputado Anivaldo Vale, participaram da boca livre, alem dos deputados estaduais, Adamor Aires e Zé Neto.

O nome do vice de Eslon ainda vai ter que ficar na geladeira por mais um tempo. O prefeitável ainda faz questão de tratar o assunto como segredo de município.

A convenção do Partido da República, em Capanema, ainda não tem data marcada.

Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

O Pará da malandragem

Uma pesquisa realizada pelo Congresso em Foco revela o gueto do senado federal envolvendo os nossos nefastos parlamentares. O trabalho empírico que levou um mês para ser concluído faz um apanhado de todos os processos que os nobre congressistas estão respondendo.

Se o signatário do Blog fosse relatar todos 105 deputados e mais da metade dos nefastos parlamentares do enlameado parlamento brasileiro ficaria logo, mas enxugamos pelo nosso estado, claro.

Os eleitores dos punguistas de plantão abaixo relacionados podem agora cobrar na porta da pocilga [Congresso] o seu preciso voto, quem sabe, vendido por um punhado de cachos de bananas.
Até o novato PR já aparece bem colocado no rol da malandragem. Mas, pelo incrível que parece, somente quatro partidos (PC do B, P-sol, PT do B e PHS) e dois estados (Amapá e Mato Grosso do Sul) não têm nenhum de seus representantes na pocilga. Uma raríssima exceção.

O nosso moroso e lento Supremo já encontrou elementos suficientes para transformar 23 deputados e cinco senadores em réus de ações penais. O restante das investigações está na fase de inquérito, procedimento a partir do qual são instaurados os processos criminais.

Suspeitas que se repetem

O passeio pelo Código Penal é extenso: alcança, pelo menos, 12 tipos criminais. A relação, no entanto, pode ser ainda mais extensa, já que o site do STF não informa a natureza de 19 das 195 ações identificadas.

As denúncias por crimes contra a administração pública, como corrupção, peculato (apropriação de bens ou valores por servidor público em função do cargo), prevaricação e emprego irregular de verba pública, são as mais freqüentes. Elas se repetem 68 vezes.

Entre os denunciados por crimes dessa natureza, estão os deputados que envergonham o Pará. Paulo Rocha (PT-PA) e Jader Barbalho [PMDB] e outros nefastos.

O PMDB também é o primeiro em número de processos na Câmara: são 36 inquéritos ou ações penais, cerca de metade por crimes contra a administração pública (veja a relação por partido).

Na Câmara, o campeão em rolos judiciais é Neudo Campos (PP-RR). O deputado responde a 12 inquéritos por crimes contra a administração pública no STF. Em novembro de 2003, o ex-governador de Roraima foi preso, juntamente com outras 40 pessoas, acusado de comandar um esquema de fraude na folha de pagamento do estado.

Campeões no Senado

Entre os senadores, o alvo do maior número de investigações no STF é o líder do PMDB, Valdir Raupp (RO), um dos principais defensores do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).



Parlamentares acusados, por crime.






Parlamentares acusados, por partido.



O gráfico considera somente partidos com bancada de pelo menos dez parlamentares no Congresso. Clique nele para ver relação completa

Parlamentares acusados, por estado.


O gráfico mostra os estados que, proporcionalmente às bancadas, têm mais parlamentares investigados. Clique nele para ver detalhes.

Deputados sob a mira da Justiça

Veja a relação dos deputados que são alvo de investigação no STF, as acusações a que respondem e o que eles têm a dizer.

Observação: os dados a seguir consideram a situação dos inquéritos e das ações penais até o dia 29 de agosto de 2007, data em que foi concluído o levantamento.

O deputado diz que se tornou alvo da Justiça após ter denunciado o envolvimento de membros do Judiciário da região de Pato Branco (PR), onde foi prefeito, com o crime organizado. “Assim é a política em todos os paises do mundo. Um lugar inadequado para pessoas com senso de ética e do dever”, afirma. Clique aqui para ler a íntegra da nota.


Asdrúbal Bentes (PMDB-PA)
Inquérito 2197 – Crime contra o planejamento familiar.

“A denúncia consiste no pretenso fornecimento de laqueaduras a mulheres carentes em troca de votos nas eleições para o cargo de prefeito do Município de Marabá-PA, em 2004”, diz o deputado. Asdrúbal diz que não é médico e que não há prova de que tenha solicitado a realização dessas cirurgias. Leia a íntegra da nota enviada pelo deputado.

Jader Barbalho (PMDB-PA)
Ação Penal 339 – Crime contra o sistema financeiro nacional. Evasão de divisas.
Ação Penal 397 – Crime contra a fé pública, falsidade ideológica, corrupção, formação de quadrilha, estelionato e lavagem de dinheiro.
Ação Penal 398 – Crime contra a administração pública. Peculato.
Ação Penal 374 – Crime contra a administração pública.
Inquérito 2051 – Crime contra a administração pública.
Inquérito 2052 – Crime contra a administração pública. Peculato.

Lira Maia (DEM-PA)
Inquérito 2578 – Crime contra a administração pública.

Em sua defesa, o deputado atribui a denúncia, relativa ao período em que administrou o município de Santarém (PA), a disputas políticas locais. Veja aqui a íntegra da nota enviada por Lira Maia.

Paulo Rocha (PT-PA)
Inquérito 2245 – Convertido em réu pelo STF semana passada, quando o Supremo aceitou a denúncia contra os 40 acusados no caso mensalão, Paulo Rocha responderá a ação penal por lavagem de dinheiro.

O novato: Wladimir Costa (PMDB-PA)
Ação Penal 415 – Crime de imprensa, injúria e difamação.
Inquérito 2390 – Crime de imprensa, calúnia, injúria e difamação.

Senadores sob a mira da Justiça

Veja a relação dos senadores que são alvo de investigação no STF, as acusações a que respondem e o que eles têm a dizer.

Observação: os dados a seguir consideram a situação dos inquéritos e das ações penais até o dia 29 de agosto de 2007, data em que foi concluído o levantamento.

Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Inquérito 2266 – Não informado.

Mário Couto (PSDB-PA)
Ação Penal 440 – Crime eleitoral.
Inquérito 2539 – Crime eleitoral.


Fonte: Congresso em Foco
Autor: Congresso em Foco com adaptações Jornalismo Político

A piada do milênio

Acharam o patrimônio de Capanema: ii! Esqueci!!


Autor: Jornalismo Político


Imagem: Internet

Dinheirinho extra


A polícia civil de Capanema-Pa é muito prestativa. Pelo menos uma vez por semana se vê os carros da policia fazendo frete para um mini mercado no bairro São Pio X. Mas, isso soa estranho. Normalmente são os policiais que fazem bico de segurança, mas frete é novidade. O carreto é feito duas vezes ao dia. O último sempre acontece às 19h, já no final do expediente. Preocupado está essa turma com a bandidagem no município.


Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Buchacra e sua ponte

É incrível como o prefeito do município de Capanema, região nordeste do estado conduz seu secretariado.

Em articulação ardilosa que destronou a secretaria de educação Georgete Menezes para dispor a polêmica, Eliane Leal [PSDB], já soa ao vento a ponte do cargo de secretária, a futura vereadora do município.

E o que é pior, com todo aval do prefeito Buchacra. Eliane tem um trunfo nas mãos. O prestígio e o apoio incondicional do deputado federal, Nilson Pinto [PSDB-PA].

Depois de um longo papo com o signatário do Blog, em um evento social, em Belém, tive que chamar o deputado para tirar algumas dúvidas.

Tudo bem, Nilson se prontificou em responder algumas perguntas básicas. Mas ele foi fisgado com a longa conversa. Depois de quase 30 min de papo, e depois de arrancar tudo [uma raridade, já que o deputado nunca fala] dei a deixa dizendo se podia publicar. O choque foi inevitável. “Você publica, mas perde o amigo”, disse o nobre deputado.

Eu preferi o off, claro, mas gora já soa na cidade as declarações de Eliane Leal ser candidata oficialmente.

Incrível, mas a ingenuidade ou pensamentos alimária do prefeito faz crer que ele só serve de ponte ou intermediário dos aproveitadores de plantão.

Eliane ardilosamente articulou a renuncia de Georgete nos bastidores. Ela reuniu um grupo de professores para fazer campanha de má gerência da até então secretária de educação. Não deu outra, seu plano maquiavélico destronou a irmã da vereadora da base aliada, Roselis Moreira [PSL].

Eliane tem apoio da empresa, distribuidora Brasil, de merenda escolar, de Castanhal - Pa e as distribuidoras de livros didáticos nas mãos. Dinheiro não deve faltar na campanha.

Futuramente, quem sabe, a Câmara Municipal de Capanema servirá para os vereadores do próximo pleito na hora do recreio, [pipoca com guaraná].


Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Juizados especiais nos aeroportos só em outubro

Se tudo correr nos conformes, os juizados especiais cíveis deverão ser instalados em caráter experimental no dia 8 de outubro, em cinco aeroportos brasileiros. O objetivo desses juizados é resolver, com base na conciliação, conflitos entre passageiros e empresas aéreas.

A previsão é de que cinco postos dos juizados sejam instalados nos aeroportos de São Paulo (Congonhas e Guarulhos), Rio de Janeiro (Tom Jobim e Santos Dumont) e Brasília (Presidente Juscelino Kubitschek). E deverão funcionar de segunda a sexta-feira, das 9 às 21 horas, e aos sábados, domingos e feriados, nos horários de maior movimentação.

Os juizados funcionarão em caráter provisório até que a crise aeroportuária se resolva, atuando em situações já previstas em lei, como indenizações em caso de cancelamento ou atrasos nos vôos, overbooking (venda de passagens em número superior ao de assentos nos aviões) e outros.

Fonte: Agências

O novo Mato Grosso que chega (1)

Por Onofre Ribeiro
Uma nova onda vem se desenhando rapidamente na economia de nosso estado. Aliás, já houve muitas fases anteriores iniciadas lá atrás na extração mineral e chegando à atual. Hoje tem-se o agronegócio em transformação, a pecuária, a extração da madeira, a indústria e todos os setores de serviços.

A crise do três primeiros setores em 2005, criou valores novos para a economia. Por exemplo, os produtores de soja sofreram um baque muito grande e um número ainda não calculado, deixou de plantar porque tem dívidas, não tem capital ou porque tem medo de tomar mais prejuízos. No lugar deles, os grandes estão arrendando as terras e plantando. Empresários como Eraí Maggi, Otaviano Pivetta, para citar só dois mais conhecidos, estão arrendando grandes áreas e incorporando-as para plantio.

Por detrás estão o custo de plantar que está cada vez mais pela burrice fiscal do governo federal que só quer arrecadar para manter o projeto de poder político pessoal do presidente Lula. Aliás, nunca se arrecadou tanto imposto no Brasil e nunca se jogou tanto dinheiro fora como se joga no governo Lula. Mas isso é outra conversa. O fato é que hoje não se planta mais sem muita tecnologia e muito capital, coisas que os pequenos e médios produtores não possuem mais.

Aquela cultura do produtor de soja iniciada há dez anos quando a Fundação Mato Grosso de Pesquisas criou um espírito de união e deu rumos e técnicas a todos, pequenos, médios e grandes, desaparece a partir da safra que se plantará a partir do mês que vem. Leitura crítica: a agricultura de Mato Grosso passará às mãos dos grandes produtores e se tornará corporativa para agüentar os trancos da burrice do governo e para enfrentar as oscilações dos mercados. Desaparece para sempre o plantador individual e familiar. Primeiro ele arrenda a terra. Depois, só Deus sabe...!

No lado da pecuária, não é muito diferente. A tendência são as grandes áreas de pastagem serem assimiladas pela agricultura e a pecuária especializar-se em cadeias do tipo, um produz os bezerros, outro cria, outro confina e engorda e o frigorífico mata. Todos amarrados em contratos de fornecimento. Aqui também prevalecerá a tecnologia, porque os custos e os mercados tendem às exigências crescentes. Logo não haverá mais espaços para os pequenos e os médios fazendeiros de gado. No lugar, enormes confinamentos de gado, casados com a produção de grãos e com o aproveitamento de resíduos agrícolas.

São novos tempos muito distantes do ciclo pantaneiro da pecuária mato-grossense que prevaleceu até os anos 80. O gado criado solto nas planícies alagadas dava garantia de vida e de renda aos pecuaristas. Esse ciclo que também se refletiu na política com a construção de um poder político, saiu de cena com a modernidade das pastagens de capim braquiária nos cerrados altos.

É um tema muito longo que pretendo abordar no correr da semana, depois da gratificannte série das crianças e o futuro, na tentativa de avaliar os seus desdobramentos econômicos, políticos e sociais. Concretamente, estamos diante de um novo e profundamente desconhecido ciclo de mudanças.

Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e da revista RDM

Dez coisas que levei anos para aprender

Por Luis Fernando Veríssimo
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha)

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental”.

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Filiação com direito à boca livre em Capanema

O PR – Partido da República inicia à caça aos filiados com grande festa patrocinada pelo presidente do partido no município de Capanema, região nordeste do Pará, Eslon Martins.

O prefeitável Eslon resolveu sair da redoma de vidro para arregaçar as mangas e começar a costurar sua campanha ao executivo municipal. Ele convidou um número significante de interessados em filiar no partido do Vice-Presidente da República, José Alencar. Mas para ter certeza de quorum no parque de exposições da cidade, de propriedade de sua família, ele resolveu juntar a fome com a vontade de comer.

A boca livre deve atrair uma multidão neste sábado [22], mas o almoço só deve sair depois que o prefeitável discursar para seu eleitorado. Eslon deve preparar um discurso em alto nível para transmitir as primeiras diretrizes de sua campanha ao executivo de Capanema, em 2008.

Sem preocupação em escolher um grande nome para compor sua chapa, Eslon agora sabe que tem um grande trunfo nas mãos. A péssima administração do atual prefeito, Alexandre Buchacra [PT].

Segundo uma pesquisa realizada no município, que apontou um indicie de aprovação de 30%, a queda na credibilidade de Buchacra vai pulverizar o quantitativo de Eslon nas urnas. Se articular a campanha com estratégia, o prefeitável pelo PR vai iniciar a batalha com 40% das preferências.

Ao discursar hoje, alguns cientistas políticos mais otimistas da capital esperam que Eslon direcione sua fala aos jovens do município, já que na última eleição nenhum dos prefeitáveis soube aproveitar o nicho de votos esquecido, e que representa o divisor de águas em Capanema.

Quem atrair esse eleitorado primeiro pode considerar-se apto a administrar a terra do cimento.

Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

MPF denunciou irregularidades na licitação das obras

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) determinou na última quarta-feira, 19 de setembro, a suspensão das obras da Unidade da Fundação da Criança e do Adolescente do Pará (Funcap) em Benevides, região metropolitana da capital paraense, enquanto não estiver julgada definitivamente a regularidade do procedimento licitatório que envolve a construção da unidade e o licenciamento ambiental.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF) no Pará, não foi cumprida a norma que regula a publicidade nos procedimentos licitatórios, ferindo-se o princípio constitucional da publicidade (art. 21 da Lei º 8.666/93). A publicação do edital de convocação para a obra não teria ocorrido no Diário Oficial da União, nem em jornais de grande circulação, mas apenas no Diário do Estado e no site da Fundação, o que, segundo o MPF, contraria a legislação, pois a obra envolve recursos federais, exigindo publicação em nível nacional.

Ainda de acordo com a acusação, houve no decorrer das obras aumento do objeto da licitação - novas unidades seriam construídas -, e não houve a necessária republicação do edital, com a reabertura do prazo para a apresentação de documentos de habilitação e propostas, faltando a devida publicidade do ato.

O MPF denunciou ainda que, mesmo sem a expedição de licença de instalação, a área escolhida para o empreendimento foi desmatada, e as obras de construção, iniciadas.
Em sua defesa, a Funcap diz que houve a divulgação do processo de licitação com a publicação no Diário do Estado, pois mais de cinco empresas concorreram. Alega, ainda, que foi necessário aumentar com urgência o número das dependências a serem construídas, devido ao fato de a previsão inicial não corresponder às necessidades da fundação, pois houve um problema de explosão demográfica no âmbito da instituição.
Em relação à questão ambiental, argumenta que a licença já se encontra em andamento.

O Estado do Pará defende a urgência na obra, tendo em vista as condições precárias em que os menores se encontram.


Fonte: AI- MPF-PA

Audiência pública em Belém amplia participação no orçamento

Com duração de três horas e meia, a segunda audiência pública regional da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), realizada nesta sexta-feira (21), em Belém (PA), obteve participação expressiva de entidades da sociedade civil e representantes dos municípios. Foram encaminhadas mais de 40 sugestões de emendas, principalmente ao projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2008, segundo balanço dos consultores de orçamento do Senado e da Câmara.

Durante a audiência, que contou com presença do governador de Roraima, Ottomar Pinto (PTB), dos senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e José Nery ( PSOL- PA), além de vários deputados federais, houve quem erguesse faixa para mostrar o seu pedido à platéia, que reuniu pouco mais de cem pessoas. Os representantes da pesca artesanal e industrial do Pará pediram a criação de um centro de pesquisa e formação pesqueira e exibiram faixa com a reivindicação para que sejam incluídos no orçamento geral da União (OGU).

Fonte: Agências

Âncora equatoriano morre de parada cardíaca durante apresentação de telejornal

Marcelo Nicolalde, de 36 anos, teve uma parada cardíaca e morreu na quinta-feira (20/09) enquanto apresentava o telejornal da emissora RTU (Radio y Televisión Unidas), em Quito, no Equador. "Justo quando Marcelo tinha de continuar a leitura de uma notícia, vimos que ficou paralisado", disse um colega do apresentador ao jornal El Comercio.

O noticiário foi interrompido e colegas de estúdio tentaram socorrê-lo. Nicolalde sofria de arritmia cardíaca e tinha 14 anos de carreira, dos quais dez como repórter e apresentador de diversos programas na RTU. Depois da morte do jornalista, o canal suspendeu a programação para homenageá-lo e publicou um vídeo no youtube contando a carreira do profissional.

Fonte: Comunique-se [Blog Jornalismo Político associado]

Presidente Lula pede que imprensa mude ao comentar "pessimismo" no Brasil

Ao criticar o “pessimismo” dos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que não apenas o governo mude, mas também a imprensa e outros setores tornem-se mais positivos. A declaração foi dada na quinta-feira (20/09), durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), no Palácio do Planalto.

Para o presidente, algo tem que "mudar no comportamento do governo, mudar no comportamento dos sindicalistas, mudar no comportamento dos empresários, mudar no comportamento da imprensa". Lula afirmou que após viagem pela Europa percebeu que a imagem do Brasil é melhor no exterior do que no próprio País.
Fonte: Comunique-se [Blog Jornalismo Político associado]

Entrevista invertida mostra os lados positivos e negativos dos blogs

Por quase três horas os jornalistas Luis Nassif, Ricardo Noblat, Josimar Melo, Carlos Chaparro, Ralphe Manzoni, Rodrigo Lara Mesquita, da Peabirus, e Cristiane Corrêa sentiram na pele como é estar no lugar da fonte. Eles foram entrevistados por executivos de grandes empresas de São Paulo sobre o trabalho como blogueiros, a relação com a fonte, a declaração em off, entre outros, durante o MediaBlog, organizado pela Voice Relações Públicas e a Lew’Lara e transmitido ao vivo pelo Comunique-se na manhã de sexta-feira (21/09).

Terreno fértil
Ao mesmo tempo em que os blogs dão oportunidade aos internautas de se expressarem, ele semeia um terreno fácil para a difamação. A observação foi feita por Melo, que mantém um blog diferente dos demais participantes. O Blog do Josimar traz a opinião do colunista da Folha de S. Paulo e do UOL sobre a gastronomia. O assunto não exige uma atualização diária mas provoca polêmica pelo tom e conteúdo postado pelo autor.

Comentários
A administração dos comentários publicados nos blogs sempre gera polêmica, seja entre os próprios comentaristas, seja entre os blogueiros. Noblat lembrou que os comentários postados entram automaticamente no ar. Brincou ao contar que há um moderador que “trabalha mais do que ele” cuja responsabilidade é ler todos os comentários e garantir que as regras do Blog do Noblat serão respeitadas.

Já Nassif confessa que começou a moderar e, graças a isso, o número de ofensas caiu. “(Lidar com os comentários) é um processo de amadurecimento que você tem que desenvolver diariamente”.

Erros
Executivos questionaram sobre a possibilidade de erros, já que muitos atualizam sozinhos e, como todo bom jornalista, têm como objetivo o furo. Noblat lembrou de um erro cometido pelo colega de blog no Globo Online Jorge Bastos Moreno. Horas antes de Antônio Carlos Magalhães morrer, Moreno noticiou a morte do político. “Quinze minutos depois ele ressuscitou ACM e pediu desculpas. Explicou que o senador teve uma parada cardíaca mas se recuperou”. “Essa coisa de você tentar ser muito honesto e ortodoxo é fundamental”, observou.
Blogs e colunismoPara Chaparro, os blogs são uma evolução do colunismo. Ele apontou para as transformações tecnológicas que isso provocou. “Essa revolução tecnológica muda as possibilidades da relação do leitor com a informação, a possibilidade de cada um interferir nas discussões e do próprio jornalista fazer a interferência pessoal no cenário das discussões públicas”.

Números
Ralphe Manzoni conta que se surpreendeu ao fazer um levantamento de dados para apresentar no evento. Ele levou números do Ibope. “Oitenta por cento da audiência domiciliar (no Brasil) participam de uma comunidade. (...) E surpreendentemente pra mim quase 50% das pessoas que acessam internet de suas casas lêem blog, o que corresponde a 9 milhões de pessoas”. Os dados mostram que a audiência de blogs de jornalistas vem de pessoas com mais de 35 anos. “Hoje vivemos numa nova era, de conversação, diálogo. Como estabelecer esse tipo de relacionamento? Esse é o grande desafio”.

Tendência
Questionada por uma executiva sobre a tendência da mídia envolvendo a internet, Cristiane acredita que vai haver uma migração cada vez maior para mídias digitais, que vai incluir TV e rádio digital. “É difícil ver um veículo conseguindo aumentar sua circulação. A maioria dos novos leitores da Exame fazem a assinatura por meio da internet. A gente tá tateando, é algo empírico, ninguém sabe exatamente o que fazer. Antes o conteúdo de alguns sites era fechado e alguns já abrem o conteúdo. Ninguém sabe direito qual é o modelo, estão todos tentando”.

Esses e outros assuntos muito importantes foram abordados durante o evento, aberto para perguntas de 136 usuários do Comunique-se. Assista ao encontro aqui.

Fonte: Comunique-se [Blog Jornalismo Político associado]
Autor: Comunique-se

A frase da semana

“As pessoas que amamos não morrem, elas simplesmente partem antes de nós”
Paulo Zildene, editor do Blog

Até breve “Seu Quito”

Capanema entardeceu pobre hoje, [21], no cenário político. O filho da terra do cimento, Francisco Freitas [Seu Quito] agora vai fazer política com grandes personalidades da vida pública do passado. Nomes como de Manoel Barata e Paulo Fontelles serão seus companheiros no outro plano.

Jarbista fiel, “Seu Quito” foi por 30 anos destaque na política do estado do Pará. Exerceu o cargo de vereador por três legislaturas, deputado estadual e prefeito da terra do cimento, Capanema, região nordeste do Pará.

Homem de hábitos austero no cenário político. “Seu Quito” completou no dia 13 de agosto 55 anos de casado ao lado de Maria Freitas [Maroca].

D. Maria dedicou-se os últimos 100 dias no hospital ao lado de “Quito”. Desses dias teve que reverter à condição de acompanhante de paciente, a paciente. Foram dias difíceis para alguém que souber dividir boa parte do tempo do marido com a vida pública.

"Seu Quito" foi um dos raros políticos do estado que disse um NÃO ao coronel Alacide Nunes, até então governador do estado do Pará. Como ninguém soube honrar a fidelidade partidária e a ética na política. Diferente dos dias atuais, pois qualquer parlamentar se vende por um cacho de banana. Valores morais àqueles que jamais voltarão.

Francisco Freitas deixa oito filhos, e um herdeiro na política de Capanema, Francisco Neto [Chico Neto], prefeitável em 2008.

Os amigos e companheiros de “Quito” poderão dizer [até breve] na Câmara Municipal de Capanema-Pa.


Fonte: Jornalismo Político
Autor: Jornalismo Político

Desculpem, mas....

Por Onofre Ribeiro
Peço desculpas aos leitores por insistir neste assunto. Acho (axo?) que nem tenho tanta culpa assim. É que as provocações estão retornando em grande velocidade e conteúdo, obrigando-me a não perder o momento. O assunto ainda é a juventude e o seu futuro, através do posicionamento dessa nova geração que povoa as nossas vidas, em qualquer parte do mundo.

Ontem, falei com uma experiente avó, mãe de dois filhos e avó de uma neta, bem do tipo índigo mesmo. Aliás, conheço a criança, de quatro anos. Ela está alguns anos à nossa frente, à frente da avó e da própria mãe, uma jovem senhora na casa dos 30 anos. A menina é profundamente inquieta, não detém a atenção num ponto só. Percebe tudo ao redor, opina e dá a exata impressão de que compreende todo o universo que a cerca. Separa as coisas que não lhe interessam num fato que lhe prenda a atenção, e dedica-se ao que lhe parece importante.

Mas tem um probleminha, relatou-me a avó. Ela dorme pouco e tem dificuldade para adormecer. A mãe levou-a ao médico pediatra que teve a coragem de receitar um calmante. Ansiosa pelo próprio sono, a mãe concordou em ministrar o remédio. Não funcionou. Ao contrário, a criança ficou mais ativa.

Aí a mãe teve a feliz idéia de levá-la ao médico neurologista infantil e pediu-lhe que radiografasse o crânio da filha para saber que doença a criança tem. Obviamente, o médico não concordou porque percebeu que se tratava de uma criança hiper-ativa e nada mais. E, também, sabe que esse tipo de criança dá muito trabalho mesmo.

Uma amiga que tem um filho hiper-ativo passou pelo mesmo calvário, até que alguém lhe ensinou que a música o acalmaria. Deu certo. Hoje, adulto, quem o vê ajustado e calmo, não imagina que já foi tão hiper-ativo. Outro amigo também tem um filho com esse mesmo perfil, e a pintura conseguiu o milagre de acalmá-lo. Porém, isso não quer dizer que a arte conseguiu anular a personalidade forte e contestadora, porque contestar faz parte da formatação mental das crianças que estão nascendo. Só nivelou seus focos.

Viajei de Rondonópolis a Cuiabá nesta semana, ao lado de uma senhora que tem uma filha com esse mesmo perfil. Ela relatou-me um episódio corriqueiro acontecido na escola, no qual a filha tomou posição profundamente crítica e deu um rumo muito forte a uma situação que poderia ter passado batida.

Meus dois netos mais novos, Enzo e Luka são hiper-ativos. É uma barra lidar com eles, porque já vieram com alguns comportamentos bem claros, bastante diferentes dos pais. Ajustá-los à realidade e ajustar-se a eles é duro. Imagino que se tivesse sido pai de crianças assim, teria que mudar muito o temperamento e a paciência de ajudá-los a se ajustar nesse mundo onde chegaram por nosso intermédio.

Espero que esteja encerrando está série de quatro artigos, a menos que outras provocações exijam novos espaços. Mas fiquei muito feliz com as repercussões intensas e com a percepção de que gente como o coronel José Meireles, tantos e tantos pais e educadores estão preocupados. Aliás, muita gente pediu a apostila do coronel Meireles. Tenho enviado com prazer, mesmo sem a sua autorização. Você me permite, caro amigo?

Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e da revista RDM

Confira o FPM de Capanema

O governo do trabalhador Alexandre Buchacra [prefeito do município de Capanema, região nordeste do Pará] recebeu no mês de Agosto do FPM - Fundo de Participação do Município uma boa grana. Agora, onde será que ele aplica essa verba?




A partir de 1998, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96, já está descontada a parcela de 15 % (quinze por cento) destinada ao FUNDEF.

De janeiro a fevereiro de 2007, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96, já está descontada a parcela de 15 % (quinze por cento) destinada ao FUNDEB.

De março a dezembro de 2007, dos valores do FPM, FPE, IPI-Exportação e ICMS LC 87/96, já está descontada a parcela de 16,66 % (dezesseis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento) destinada ao FUNDEB.

De março a dezembro de 2007, dos valores do ITR, já está descontada a parcela de 6,66 % (seis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento) destinada ao FUNDEB.
Autor: Jornalismo Político

Oração do Jornalista

"Deus não deixe eu chegar atrasado à redação.
Que eu possa Senhor cumprir minha pauta, conseguindo informações corretas e úteis, sem aparecer mais que o entrevistado.
Que eu consiga uma boa fotografia.
Que a câmera filmadora não falhe e o motorista esteja disponível.
Senhor, tomara que a internet não saia do ar e que o meu editor não esteja de mau-humor.

Peço-lhe Senhor, muita paz e tranqüilidade durante a entrevista e discernimento para fazer a matéria justa e bem elaborada.
Que o tempo seja suficiente para cumprir a outra pauta que me aguarda, logo em seguida, do outro lado da cidade.
E que o meu trabalho contribua para diminuir a desigualdade social, e ajude a melhorar a qualidade de vida do planeta.
Que eu entregue tudo a tempo e não sofra nenhuma agressão.
Ou pior, seja alvo de uma bala perdida, virando notícia.

Que a matéria seja simples sem ser simplista.
Que não seja prolixa e sim criativa.
Que eu não cometa nenhum erro de português, Senhor, para não ser massacrado pelos colegas.
Principalmente Senhor, que eu não caia no pescoção... que possa pagar minhas contas com esse salário e que nenhum jabá me seduza.
E, finalmente, meu Deus, me ajude para que eu possa entregar tudo revisado e no prazo do dead line. Assim seja!"

Ainda as crianças do futuro

Por Onofre Ribeiro
Embora tenha uma série de assuntos pendentes de abordagem neste espaço, não posso deixar de dar continuidade ao tema dos jovens e o seu futuro. Recebi dezenas de e-mails muito estimulantes a respeito, o que indica que não poderia interromper os artigos. Tomo a liberdade de reproduzir alguns. O primeiro, do amigo coronel José Meireles, um pioneiro do Mato Grosso moderno, comandante do 9° BEC à época da abertura histórica da rodovia Cuiabá-Santarém, na década de 70, e mais tarde prefeito de Cuiabá.

Por sua autoridade moral e vivência, transcrevo o texto do seu e-mail: “Prezado Onofre, não queira saber a revolução que ocasionou na família a sua matéria sobre criança índigo". Há tempos já afirmava às minhas netas que os seus filhos, considerando a inteligência e sensibilidade de todos eles acima do normal, pertenciam a uma geração especial, de espíritos devidamente selecionados pelo Grande Arquiteto do Universo, na sua infinita inteligência e misericórdia.

Finalidade: ajudar a humanidade a amenizar a grande crise que já se pronuncia neste início do 3º Milênio, como decorrência do aquecimento global. O seu artigo me estimulou há pesquisar um pouco mais e fiquei satisfeito com a tese da "criança índigo" que corroborava o que afirmava intuitivamente. Assim, extraí da internet um artigo muito claro e elucidativo. Por sugestão de uma filha, fiz uma pequena apostila e distribuí aos pais dos meus bisnetos. Estão todos alvoroçados, compreendendo melhor as personalidades atípicas dos filhos e prometendo tratá-los como sugere a apostila. A incompreensão dos pais poderá prejudicar a missão dessas crianças. Tudo isso devemos a você, a quem agradeço. Em anexo a pequena apostila. Um abraço”.

O poeta Pedro Soares Neto, de Tangará da Serra, enviou: “Lindo o texto deste artigo e oportuno a idéia trazida à baila. Realmente o futuro não é bicho tão desconhecido, dando-nos a possibilidade de presumir o que nos espera. Em caso de dúvida, se inteire sobre o assunto com o jovem mais próximo. Em relação a ele (futuro), tenho preocupação apenas com relação ao distanciamento da nossa juventude do centro do poder e a indiferença pela política. Acho que bem menos de 10% de nossos jovens estão inteirados e gostam de política. Então, amigo, até quando seremos mandados pelos "Renans" da vida?”.

A professora Rosangela Vilanova enviou: “Tenho 50 anos, trabalho em uma faculdade, ontem 18/09, fui surpreendida por um dos nossos acadêmicos que me trouxe uma cópia de sua crônica sobre o futuro. Primeiro achei incrível que um acadêmico se interessasse por ler coisas que somente nós considerados "velhos" lemos. Mas ao ler a crônica entendi o porquê. Quero lhe dar parabéns e dizer que concordo com você da primeira a última letra.Realmente o futuro pertencerá aos jovens e nós que desejamos estar sempre entre eles teremos que nos adaptar a essas novas linguagens ou não conseguiremos ler nada num futuro bem próximo”.

Houve dezenas de outros e-mails e telefonemas que não caberiam neste espaço, mas todos registram a mesma perplexidade entre o presente, os jovens e o futuro que eles representam e, que por direito e respeito, lhes pertence. Mas, passa por nós, agentes do presente, até que eles assuma de fato o seu destino no mundo!

Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e da revistas RDM

MPF proíbe funcionamento de carvoarias

A Justiça Federal no Pará confirmou sentença provisória publicada em 2000 e proibiu definitivamente as atividades de carvoarias instaladas em Jacundá, no sudeste paraense, próximas à fazenda Dois Irmãos.

Acusados pelo MPF por terem implantado os fornos a uma distância da cidade menor que a permitida, os responsáveis pelas carvoarias e a prefeitura também foram condenados a pagar R$ 50 mil como indenização por danos morais à população.

De acordo com investigações do MPF, em agosto de 1996 os fornos foram instalados em área doada pela prefeitura de Jacundá. A legislação estadual determina que fornos de carvoarias só possam ser construídos a uma distância mínima de cinco quilômetros da cidade. A área cedida pela prefeitura, no entanto, fica a um quilômetro e meio da sede do município.

Fonte: AI – MPF-PA

Futuro? Consulte os jovens

Por Onofre Ribeiro
A respeito do artigo “Futuro não é caos” escrito neste espaço no último domingo, recebi muitos e-mails surpresos com a existência, considerada por alguns, como apenas possível, do nascimento constante de crianças com habilidades especiais, as chamadas crianças índigo.

Para não parecer doido sozinho, resolvi recordar aqui a palestra proferida em Cuiabá na semana passada, por Rubem Ludwig, sobre o tema “Criatividade e Inovação”. Com extremo bom humor, o palestrante começou dizendo: “se você quiser saber como será o futuro, pergunte aos jovens. Eles não erram”. E gastou boa parte da palestra de duas horas, associando os jovens ao futuro”. “Velho sabe do passado”.

Um dos pontos mais curiosos levantados é o da linguagem e da escrita. Os jovens, pelo contínuo uso da internet, estão abolindo as vogais. Primeiro, porque querem ganhar tempo, querem simplificar a escrita e, por último, querem eliminar essa coisa chata dos acentos que eles realmente não sabem e nem querem saber. Já existem até livros de poemas escritos na nova linguagem meio tcheca ou polonesa, onde várias consoantes se associam em estranhas pronúncias. Ludwig garante: “se você pensa que a sua linguagem rebuscada vai prevalecer, está profundamente enganado. Vai prevalecer a deles, por sempre foi assim. Os jovens é quem determinam o futuro”.

Realmente, as professoras se matam de desespero na sala de aula porque os alunos não sabem ler e nem lêem livros. Não lerão, isso é certeza absoluta. As fontes de informação que eles buscam são objetivas e imediatas, que os livros não respondem na forma como precisam. A internet é uma delas e aí é terreno deles onde “qq” significa “qualquer”, “axo” é “acho”, aki” é “aqui”, “add” é “adicionar”, “bfs” é “bom fim de semana”, “blz” é “beleza”, “td d bm” é “tudo de bom”, etc.etc.

Outro exemplo magnífico dessa transição, que ele citou, achei (ou “axei”?) ótimo. Disse que sua avó possuía apenas o “necessário”, um vestido, um sapato, etc. Sua mãe, já prefere o “conforto”, e tem vários sapatos, vários vestidos, etc. Ele prefere “produtos” com marcas e grifes. Seu filho adolescente, convidado para acompanhá-lo em uma palestra, se dispôs a ir de calça jeans, camiseta surrada e tênis. Ele não aceitou e o filho voltou vestido com a mesma calça e tênis, mas numa camiseta rasgada escrito no peito “salve as baleias”. E justificou a camiseta: “pô, pai, estou vestindo uma atitude”. É o tempo das “idéias”.

E, realmente, idéias para o futuro é coisa de jovens mesmo, com sua imensa capacidade de inovação para os produtos e muito especialmente, para as idéias que os produtos venham a representar para eles.

E brincou: “imagine como seria o telefone celular, se tivessem consultado o meu avô para opinar quanto ao modelo?. Seria um orelhão digital...”.

Se as idéias são o valor que os jovens de hoje apreciam, somadas com valores éticos e esperanças num mundo mais simples em relação ao atual num monte de coisas, e complicadíssimo em outro, então, a questão permanece: “se quiser saber sobre o futuro, pergunte aos jovens”. Vc não axa?

Onofre Ribeiro é articulista deste jornal e de RDM

Deputado defende meia-passagem intermunicipal

O deputado Márcio Miranda [DEM] resolveu comprar a briga dos alunos da rede de ensino do Pará. O projeto de lei 274/2007 promete uma revolução e uma grade benfeitoria aos alunos que estudam em escolas a 100 km de suas residências. Para facilitar os alunos que estudam na capital, Belém, o deputado sugere no projeto que o estado banque uma parte desse valor, e uma forma avaliada no projeto pode ser em benefícios a empresa de transporte intermunicipal.

O beneficio pode ser em cima do IPVA, ICMS sobre o combustível ou licenciamento. Márcio Miranda deve chamar os lideres dos partidos para articular o projeto que viabilize para os alunos a facilidade de se locomoverem e para as empresas.

Fonte: AI – Dep. Márcio Miranda
Autor: Jornalismo Político

Tribunal fecha o cerco a prefeitos

O Tribunal de Contas da União (TCU) vai fechar o cerco aos prefeitos corruptos, garantiu o presidente do órgão, ministro Walton Alencar. O maior gargalo encontrado pelo TCU ainda está nas irregularidades constatadas em obras nos municípios e programas do governo federal em convênio com as prefeituras. A ineficiência dos ministérios, que repassam verbas para obras, em acompanhar a aplicação dos recursos é o maior problema.

O ministro lembra que, quando recebem os recursos, os prefeitos assinam termos do convênio em que estão explicitadas todas as obrigações.

O TCU vai aumentar a fiscalização. O relatório trimestral de auditoria do tribunal indicou irregularidades em quase 2 mil municípios. Só nos últimos três meses, o tribunal descobriu 400 obras inacabadas, com um rombo de R$ 3,5 bilhões nos cofres públicos.

Fonte: Agências

Deputados devem à justiça

O Pará tem 41 deputados em sua Assembléia Legislativa. A Casa não publica na Internet informações sobre a atividade parlamentar de seus integrantes, desconhecendo-se se comparecem às sessões do Plenário e das Comissões, como gastam suas verbas de gabinete etc.

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O Orçamento para 2007 da Assembléia Legislativa do Pará é de R$ 125.809.846,00. Dividindo-se esse número pela quantidade de deputados estaduais (41), atinge-se o montante de R$ 3.068.532,83. Isso é o que o mandato de cada deputado custa aos cofres estaduais paraneses. É mais do que custam os mandatos de membros do Parlamento britânico ou do Congresso Nacional francês, por exemplo. Por outro lado, dividindo-se o total dos gastos com a Assembléia pela população do estado, o número resulta em R$ 17,69. Esse é o montante com que cada cidadão paraense arca anualmente para manter a sua Assembléia Legislativa.

Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas

As informações sobre ocorrências na Justiça e nos Tribunais de Contas dependem da disponibilidade de dados em cada Corte. Em alguns Tribunais de Justiça, as matérias de que os processos tratam não são especificadas, podendo referir-se a assuntos não-criminais.

Ana Cunha (PSDB/PA)

TSE Recurso Ordinário Nº1464/2007 - Compra de votos com distribuição de alimentos; processo oriundo do TRE-PA (Representação Nº1179/2006).

André Dias (PSDB/PA)

TSE Recurso Ordinário Nº1459/2007 - Ação de impugnação de mandato eletivo por abuso de poder econômico; processo oriundo do TRE-PA (Ação de Impugnação de Mandato Eletivo Nº2/2007). TRE-PA Prestação de Contas Nº1890/2006 - Contas julgadas irregulares - o candidato recebeu doação de empresa de limpeza com contrato público; processo em tramitação.

Bernadete Ten Caten (PT/PA)

TRF 1ª Região Inquérito Nº2007.01.00.013671-9 - Crime por descumprimento da lei de licitações. TRF 1ª Região Apelação Cível Nº2005.39.01.001622-5 - Recurso contra decisão de primeira instância que a condenou por improbidade administrativa.

Cássio Andrade (PSB/PA)

TSE Recurso Ordinário Nº1365/2007 - Investigação judicial eleitoral por abuso de poder econômico e abuso de poder político; processo oriundo do TRE-PA (Investigação Judicial Nº12/2006). TRE-PA Prestação de Contas Nº2022/2006 - Contas da campanha de 2006 rejeitadas. TRF 1ª Região Inquérito Nº2007.01.00.018925-0 - Peculato (crimes contra a administração pública). TRF 1ª Região Subseção Judiciária do Pará - Ação Cívil Pública Nº2006.39.00.008446-4 - Improbidade administrativa; correm agravos na segunda instância (2007.01.00.014280-1, 2007.01.00.014279-1, 2007.01.00.014278-8 e 2007.01.00.014273-0).

Cezar Colares (PSDB/PA)

TRE-PA Prestação de Contas Nº664/2002 - Contas da campanha de 2002 rejeitadas.

Domingos Juvenil (PMDB/PA)

TCU Acórdão Nº734/2005 - Aplicada multa de R$ 5.000,00 pelo atraso na implantação do Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do FUNDEF no município de Altamira. TCU Acórdão Nº1870/2007 - Julgadas irregulares as contas de convênio com o Ministério dos Transportes para obras de infra-estrutura portuária no município de Altamira; aplicada multa de R$ 5.000,00.

Júnior Ferrari (PTB/PA)

TRE-PA Recurso Eleitoral Ordinário Nº1637/2004 - Condenado a multa de R$ 5.320,00 pela prática de propaganda eleitoral irregular.

Miriquinho Batista (PT/PA)

TSE Recurso Nº1450/2007 - Compra de votos. TRE-PA Prestação de Contas Nº947/2002 - Teve sua prestação de contas de campanha de 2002 rejeitada.

Parsifal Pontes (PMDB/PA)

TCU Acórdão Nº607/2006 - Multado em R$ 25.000,00 por irregularidades encontradas na aplicação de recursos na construção de eclusas em Tucuruí, quando prefeito do município. TCU Acórdão Nº1143/2007 - Multado em R$ 10.000,00 por irregularidades encontradas em convênio de Fiscalização de Orientação Centralizada (FOC), quando prefeito de Tucuruí.


Fonte: Transparência Brasil
Autor: Jornalismo Político